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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Falhou acordo para doar pescado
Pescadores destruíram peixe armazenado na lota de Matosinhos
31.05.2008 - 16h41
Por PÚBLICO 
Nuno Ferreira Santos (arquivo)
Os pescadores bloqueiam desde a última noite o acesso à lota de Matosinhos
Dezenas de pescadores entraram esta tarde na lota de Matosinhos e destruíram parte do peixe que aí estava armazenado, depois de alguns comerciantes terem recusado doar a instituições de solidariedade o pescado que tinham comprado. A polícia foi obrigada a intervir, havendo registo de dois feridos ligeiros.

O incidente ocorreu cerca das 15h20, pouco depois de ter sido anunciado um acordo entre pescadores e comerciantes com vista à doação do peixe que aí se encontrava armazenado.

Mas a oposição de algumas vendedoras ao acordo levou os pescadores a entrar na lota e atirar para o chão várias caixas de pescado armazenado na lota, que os comerciantes garantiam ter adquirido ainda antes da greve dos armadores, iniciada ontem.

Segundo a RTPN, um agente da PSP terá sido atingido na cabeça com uma caixa usada para o transporte de peixe e um pescador terá também ficado ferido nos confrontos, que só terminaram com a evacuação da lota.

Para evitar mais incidentes, o grupo de vendedores que ainda se encontra no local acabou por se afastar da lota, adianta a mesma fonte.

António Macedo, do Sindicato dos Pescadores do Norte, garantiu ao início da tarde, aos microfones da TSF, que no interior da lota se encontrava cerca de uma tonelada de pescado (um valor inferior ao estimado pelas vendedoras) e que tinha sido acordado com “com alguns comerciantes” a doação do pescado a instituições de solidariedade social.

Cerca de oito mil barcos portugueses cumprem hoje o segundo dia de paralisação em protesto contra o que dizem ser a falta de apoios do Governo para enfrentar o aumento acentuado dos preços dos combustíveis.

Esta noite, registaram-se alguns incidentes nas lotas de Matosinhos e Olhão, com os pescadores a impedir os comerciantes de entrarem naqueles espaços para recolher pescado, alegando que ele teria chegado à lota depois do início da greve.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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