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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Armazéns e molhe de Matosinhos
Quinze a 20 toneladas de peixe podem apodrecer devido à paralisação, diz armador
31.05.2008 - 13h48
Por Lusa 
Paulo Pimenta (arquivo)
O sector pesqueiro português paralisou em simultâneo com os seus congéneres de Espanha, França e Itália
Entre 15 e 20 toneladas de peixe podem apodrecer nos próximos dias nos armazéns e molhe de Matosinhos devido à paralisação dos pescadores e armadores, disse hoje à Lusa um armador do porto da Póvoa do Varzim.

“Segundo as indicações que temos, nos próximos dias e caso a paralisação continue, podem apodrecer entre 15 e 20 toneladas de peixe em Matosinhos”, disse José Festas, proprietário de duas embarcações atracadas na Póvoa do Varzim.

O armador disse concordar “plenamente” com a paralisação e adiantou que nenhum pescador volta ao mar “antes do ministro da Agricultura [Jaime Silva] fazer qualquer coisa”.

O armador aponta como soluções “a descida do gasóleo ou outros meios de subsídios que possam ser disponibilizados para as empresas terem rentabilidade”.

“Se o Governo demorar muito tempo a resolver a situação a maior parte das embarcações não voltam para o mar porque depois não têm condições financeiras para o fazer”, adiantou.

Risco de desemprego

José Festas referiu ainda que esta situação pode “empurrar para o desemprego 10 a 15 mil pessoas”.

Sexta-feira, o ministro Jaime Silva mostrou-se disponível para dialogar com o sector, mas recusou “medidas paliativas” e temporárias para enfrentar a actual situação da subida dos preços dos combustíveis.

Hoje, cumpre-se o segundo dia de paralisação dos armadores e pescadores portugueses, por tempo indeterminado, em protesto contra a falta de apoios para enfrentar a subida acentuada dos preços dos combustíveis.

O sector pesqueiro português avançou para a paralisação em consonância com os seus congéneres de Espanha, França e Itália.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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