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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Índia e Ucrânia são mercados prioritários
Mota-Engil pretende triplicar facturação nos próximos quatro anos
30.05.2008 - 13h05
Por Luísa Pinto 
Fernando Veludo (arquivo)
Jorge Coelho é o novo líder da maior empresa de construção e obras públicas portuguesa
Triplicar o volume de negócios e replicar a estrutura diversificada da empresa nos países em que está presente, aventurar-se para novas geografias, como a Índia e a Ucrânia. O novo presidente executivo da Mota-Engil, Jorge Coelho está hoje a apresentar aos quadros da empresa o plano estratégico que desenvolveu a sua empresa de consultoria, e que irá orientar os destinos do grupo nortenho durante os próximos quatro anos.

Entitulado “AMBIÇÃO 2013 – Somos o que fazemos”, este plano assenta em quatro pilares estratégicos [Crescimento Sustentado, Diversificação, Internacionalização e Desenvolvimento do Capital Humano] e arroga-se na intenção de colocar o grupo como uma referencia europeia, na “primeira liga ibérica”, com 3,65 mil milhões de euros, e na liderança do “vasto Programa Nacional de Infra-estruturas em curso”. E assume a vontade de tornar o grupo “menos vulnerável às variações cíclicas do sector da construção”, acentuando o ritmo de diversificação dos negócios.

No documento divulgado ao mercado, a empresa informa que pretende “consolidar um modelo de gestão único, em todas as geografias e segmentos de negócios onde o grupo opera, bem como o objectivo de cimentar uma cultura de um grupo multi-serviços, suportado por um elevado e permanente investimento em capital humano”.

O modelo de internacionalização vai ser alterado através da réplica do modelo nacional de diversificação e da aposta em mercados que permitam margens significativas. Nesse sentido, deverá começar a prospecção nos mercados da Índia e da Ucrânia.

A Mota-Engil assume também a intenção de apostar em novos negócios “próximos da actual cadeia de valor e com forte sinergia, nos sectores do turismo e mineração”, aproveitando, no último caso, a experiencia conseguida na África e na América Latina.

Faz também parte do plano estratégico a constitução de um centro de excelência “para incentivar a Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI) de mercados, negócios, processos e procedimentos”, e que funcionará sob a égide do presidente do conselho de administração, António Mota. A politica de responsabilidade social deverá ser reforçada através da Fundação Manuel António Mota.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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