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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Previsões da Primavera antecipam agravamento do défice em 2009
Comissão Europeia prevê menor crescimento para Portugal
28.04.2008 - 11h56
Por PUBLICO.PT 
A Comissão Europeia aponta para um menor crescimento da economia portuguesa no decurso deste ano, passando dos anteriores dois para 1,7 por cento, valor idêntico ao antecipado para a Zona Euro. A baixa do IVA para 20 por cento, em vigor a partir de Julho deste ano, irá agravar o défice público do próximo ano, alerta Bruxelas nas Previsões da Primavera para 2008-2009, divulgadas hoje.

Após o défice do Estado baixar previsivelmente de 2,6 para 2,2 por cento do Produto Interno Bruto entre o ano passado e este ano, respectivamente, as contas públicas poderão inverter a tendência de queda verificada nos últimos anos e retomar um rumo diferente daquele que é projectado pelo Governo português, avisa Bruxelas. Pelas contas da Comissão, a descida da taxa máxima do IVA dos actuais 21 para 20 por cento não é uma medida ajustada para o actual momento de fraco crescimento económico e o seu efeito poderá ser determinante para o agravamento do défice público do próximo ano, para 2,6 por cento do PIB.

Factores externos, como os custos dos produtos energéticos e alimentares, irão impulsionar a inflação deste ano, que poderá atingir os 2,8 por cento, um agravamento de quatro décimas em relação ao ano transacto, mas ainda longe dos 3,2 por cento previstos para a Zona Euro. No ano seguinte, haverá um arrefecimento dos preços, para 2,3 por cento, e igualmente do crescimento económico – economia portuguesa crescerá apenas 1,6 por cento, ainda assim acima dos 1,5 por cento projectados para a Zona Euro.

O fraco crescimento económico será acompanhado por baixos níveis de investimento. Longe dos 6,9 por cento do ano passado, para este ano o investimento (formação bruta de capital fixo) deverá crescer quase metade (3,6 por cento) da cifra de 2007 e desaparecer praticamente em 2009 (0,9 por cento), contra uma média de 2,1 por cento da Zona Euro no próximo ano.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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