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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Em causa reacções de José Sócrates à previsão do FMI
Vítor Constâncio aconselha Governo a ser “mais realista” quanto ao crescimento da economia
11.04.2008 - 19h34
Por PÚBLICO 
Enric Vives-Rubio (arquivo)
Constâncio pede cautela ao Executivo, apesar de considerar que a previsão de crescimento do FMI é “demasiado pessimista”
O governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, considera que o Governo deve ter uma visão “mais realista” sobre o crescimento da economia portuguesa, contestando a posição do primeiro-ministro que considerou “excessivamente pessimista” a previsão do Fundo Monetário Internacional (FMI) de que Portugal apenas crescerá 1,3 por cento em 2008.

No seu relatório semestral, o FMI afirmou que com a situação de crise nos Estados Unidos e a Europa a colocar um ponto final no período de crescimento acima do potencial, Portugal não conseguirá resistir à onda negativa e irá registar este ano um recuo para a mesma taxa de crescimento de 2006, adiando o objectivo de retoma, pelo menos, até 2010. Assim, e com base na previsão do FMI, a economia portuguesa irá abrandar este ano para uma taxa de crescimento de 1,3 por cento.

A previsão de crescimento do FMI é menos optimista do que a de outras organizações internacionais e do que a do Governo: o Executivo espera que Portugal cresça 2,2 por cento; o Banco de Portugal, a Comissão Europeia e a Organização para a Cooperação e Desenvolvimentos Económicos antecipam uma expansão de dois por cento.

À previsão de recuo do Fundo, o primeiro-ministro, José Sócrates, reagiu afirmando que o Governo não tem ainda motivos para alterar as suas previsões. "O Governo não tem nenhuma razão para alterar a sua previsão de crescimento económico para 2008. A alteração de previsões deve basear-se nas previsões do Governo, a não ser que haja no futuro dados quantitativos que nos levem a fazer isso", defendeu hoje.

O governador do Banco de Portugal pede cautela ao Executivo de Sócrates, apesar de considerar que a previsão de crescimento de 1,3 por cento do FMI é “demasiado pessimista”, como sustentou em declarações à TSF.

Para Vítor Constâncio o que “parece realista é um valor intermédio, certamente abaixo dos dois por cento que o país tinha em Janeiro visto que a crise internacional vai afectar a economia” nacional.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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