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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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PIB deve crescer apenas 1,3 por cento
FMI revê em forte baixa crescimento para Portugal este ano
09.04.2008 - 14h00
Por Sérgio Aníbal 
Mário Marques (PÚBLICO)
O Fundo Monetário Internacional (FMI) reviu fortemente em baixa a sua previsão de crescimento para Portugal este ano, antecipando agora um abrandamento da economia para uma taxa de variação do PIB de 1,3 por cento, contra os 1,9 por cento registados no ano passado.

No relatório semestral sobre a economia mundial publicado hoje por esta entidade, aponta-se ainda para um crescimento da economia portuguesa de 1,4 por cento em 2009, o que significaria, a confirmar-se, que o país veria suspensa, pelo período de pelo menos dois anos, a recuperação do ritmo da actividade económica que tem verificado desde 2005.

A projecção do FMI para Portugal representa uma correcção acentuada face à variação do PIB de 1,8 por cento que tinha sido antecipada em Outubro passado. O fundo aponta ainda para uma taxa de inflação em Portugal de 2,4 e dois por cento em 2008 e 2009, respectivamente, e projecta, apesar do fraco ritmo de crescimento económico, uma diminuição ligeira do desemprego durante os dois anos.

As perspectivas para Portugal são prejudicadas pela visão bastante negativo que o fundo tem em relação à evolução nos próximos dois anos da economia norte-americana e europeia. O FMI projecta um crescimento de 0,5 e 0,6 por cento para os EUA neste ano e no próximo e coloca a Zona Euro, nos mesmo períodos, a crescer 1,4 e 1,2 por cento. A Espanha é um dos países que sofre uma correcção mais forte nas suas previsões de crescimento e, depois de uma variação do PIB de 3,8 por cento no ano passado, não conseguirá mais do que 1,8 por cento até 2009.

De acordo com as contas do fundo, Portugal regressará a um ritmo superior à média europeia apenas em 2009.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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