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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
IVA desce para 20 por cento em Julho
José Sócrates não afasta nova descida de impostos no próximo ano
26.03.2008 - 17h40
Por Lusa 
Nuno Ferreira Santos (arquivo)
Sócrates: "Dadas as circunstâncias em que este Governo se viu obrigado a aumentar o IVA em dois pontos percentuais, nada me agradaria mais do que tomar essa medida"
O primeiro-ministro, José Sócrates, respondeu hoje com a expressão "veremos para o ano" quando confrontado com a possibilidade de descer a taxa normal de IVA para 19 por cento em 2009, repondo o valor de 2005.

Interrogado sobre a possibilidade de o Governo repor a prazo a taxa normal de IVA em 19 por cento - valor praticado até Junho de 2005 -, Sócrates afastou essa hipótese no plano imediato, mas admitiu-a a prazo se a economia portuguesa evoluir favoravelmente.

"Dadas as circunstâncias em que este Governo se viu obrigado a aumentar o IVA em dois pontos percentuais, nada me agradaria mais do que tomar essa medida", respondeu o primeiro-ministro.

Em virtude das incertezas que afirmou ainda existirem na economia portuguesa, o chefe do Governo disse que, para já, aquilo que é "prudente e responsável é aliviar o esforço dos portugueses nas suas contribuições fiscais em um por cento".

"Veremos para o ano. Acho que essas decisões devem ser tomadas em função dos resultados que existem e nunca baseadas em hipóteses", respondeu ainda o primeiro-ministro sobre a possibilidade de voltar a descer o IVA em um por cento em 2009.

A seguir, Sócrates voltou a moderar expectativas, dizendo que a economia internacional "vive ainda momentos de turbulência e de incerteza" e que Portugal "tem de estar preparado para isso".

"O que nos parece prudente e responsável é, para já, aliviar a carga fiscal dos portugueses em um por cento na taxa de IVA", sustentou.

Confrontado com o facto de o governador do Banco de Portugal, Victor Constâncio, ter afastado para este ano a possibilidade de descida de impostos, considerando esse cenário pouco prudente, Sócrates contrapôs que "o Governo sabe bem o que está a fazer quando tomou a decisão" de baixar o IVA em um por cento.

"Temos confiança e segurança para assegurar aos portugueses que a disciplina orçamental e o controlo das contas públicas vão manter-se em 2008, baixando o défice para os 2,2 por cento. Isso pode ser feito aliviando o esforço que os portugueses fizeram nos últimos anos", advogou.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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