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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Indicadores de conjuntura de Fevereiro do Banco de Portugal
Consumo confirma a tendência de desaceleração da economia
20.03.2008 - 16h08
Por Lusa 
Paulo Pimenta (arquivo)
O índice coincidente abrandou (para 1,3 por cento) pelo quinto mês consecutivo, penalizado em parte pela queda do consumo
O consumo privado português abrandou em Fevereiro pelo sexto mês consecutivo, num período em que o índice que informa sobre as tendências da economia completou cinco meses de desacelerações, segundo os indicadores de conjuntura do Banco de Portugal hoje divulgados.

O indicador coincidente do consumo privado baixou para 0,4 por cento em Fevereiro, face a igual mês do ano anterior, perdendo fulgor em relação aos 0,7 por cento observados em Janeiro.

De acordo com os dados disponíveis, este foi o ritmo mais baixo de crescimento do consumo privado desde Fevereiro de 2007 (não estão disponíveis dados anteriores a essa data no boletim hoje publicado), sugerindo alguma debilidade nesta componente da economia portuguesa.

Os dados do Banco de Portugal mostram ainda que a actividade económica em Portugal pode estar a abrandar.

O indicador coincidente mensal da actividade económica, que informa sobre as tendências subjacentes à evolução da economia portuguesa e que vale pelo seu carácter qualitativo, subiu 1,3 por cento em Fevereiro, depois de ter progredido 1,8 por cento um mês antes. Este foi o quinto mês consecutivo em que este indicador coincidente reduziu o ritmo de crescimento.

O indicador coincidente de actividade sintetiza informação relativa ao Produto Interno Bruto (PIB), ao volume de vendas no comércio a retalho, às vendas de veículos comerciais pesados, às vendas de cimento, ao índice de produção da indústria transformadora, à situação financeira das famílias, às novas ofertas de emprego e ao enquadramento externo.

O sentimento económico, outra medida do andamento da economia, caiu no segundo mês do ano, passando de 101,8 pontos em Janeiro para 99,4 pontos em Fevereiro.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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