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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Economista defende que Governo deve accionar cláusulas de exclusão do PEC
Cadilhe: Portugal está em "recessão grave" desde 2002/2003
04.03.2008 - 09h18
Por Victor Ferreira 
Miguel Cadilhe afirma que Portugal se encontra em “recessão grave” desde 2002/2003 e defende que “o mau desempenho económico” do país deveria levar o Governo a accionar as cláusulas de excepção do Pacto de Estabilidade e Crescimento (PEC).

Apesar de sublinhar que se trata de uma “expressão forte”, o antigo ministro das Finanças sublinha que à luz do PEC aprovado em 2005, os dados macroeconómicos do país dizem que Portugal está “em recessão grave” há quatro ou cinco anos.

“A Europa aprovou em 2005 um novo pacto, com uma nova noção de recessão grave, caracterizada por decréscimos reais do PIB ou pela acumulação de hiatos negativos. É precisamente nessa situação que temos estado”, afirmou o antigo governante, ontem, em Braga, numa conferência sobre as grandes reformas nacionais, organizada pela Associação Industrial do Minho (AIM).

“Os políticos não gostam de dizer que o país está em recessão grave e os eurocratas também não”, lembrou Cadilhe, porque “manda o pacto que nessa situação, os governos podem tomar medidas anti-recessão”. A lógica é que “a regra do défice ceda o passo”, acrescentou.

O antigo ministro de Cavaco Silva defendeu que o PIB teve “crescimento modesto” nos últimos anos, sobretudo quando comparado com o conjunto dos países da União Europeia a 27, e sustentou que “Portugal está há vários anos em divergência real”. Além disso, voltou a lançar críticas à elevada carga fiscal e ao peso do Estado e defendeu que o país precisa de uma reforma conceptual como de pão para a boca”, entre as quais, “a regionalização”.

O banqueiro Artur Santos Silva foi o outro convidado da AIM no debate que juntou empresários e autarcas da região, mas o quadro que traçou é bem menos grave, lembrando que o país tem conhecido progressos em áreas como a saúde. O banqueiro destacou a importância da Educação e da Justiça no papel do desenvolvimento, considerando essas duas áreas prioritárias em matéria de investimento.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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