• 09 de Fevereiro de 2010
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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
18:43 - Federação da Construção: Proposta de Orçamento de Estado é uma sucessão de más notícias
 
18:24 - CSN quer impugnar efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor
 
18:10 - Frente Comum marca greve da função pública para 4 de Março
 
17:03 - PSI-20 encerra a subir 0,83% e lidera ganhos na Europa pela segunda sessão consecutiva
 
16:39 - PT adia apresentação das contas para Março
 
15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
15:49 - Wall Street abriu a subir
 
15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
10:18 - Primeiro-ministro grego apela aos funcionários públicos para "darem o exemplo"
 
10:08 - Blockbuster Portugal inicia processo de insolvência
 
10:04 - Tóquio fechou em queda
 
10:01 - Bolsa de Lisboa abre em alta de 0,10%
 
09:45 - Carro eléctrico é "crítico" para o sucesso das renováveis
 
09:22 - Tecnologia portuguesa em dois aeroportos do Mundial 2010
 
09:19 - Rohde só é viável com marca própria e com 150 dos actuais 984 trabalhadores
 
09:15 - Bancos já estão a passar custo da crise para os seus clientes
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Renegociação do contrato em cima da mesa
Mário Lino reúne-se hoje com a Lusoponte
14.01.2008 - 16h38
Por Lusa, Eduardo Melo 
Carlos Lopes (arquivo)
Mário Lino (foto) reúne-se hoje com Ferreira do Amaral
O ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações, Mário Lino, vai reunir-se hoje à tarde com a administração da Lusoponte para discutir os termos do contrato que a concessionária das travessias do Tejo tem com o Estado.

O actual contrato de concessão foi negociado pelo actual presidente da Lusoponte, o social-democrata Ferreira do Amaral, enquanto este desempenhou funções de ministro que tutelava as obras públicas num governo social-democrata.

"Vou ter uma primeira reunião com a Lusoponte sobre essa matéria agora", disse Mário Lino aos jornalistas, que o questionaram sobre as implicações da construção da terceira travessia sobre o Tejo no contrato com a Lusoponte, à margem de um almoço promovido pela Câmara de Comércio Luso-Britânica.

"Há uma nova situação com o aeroporto 'do lado de lá' [margem sul]. Essa nova situação introduz um elemento novo em todo o equilíbrio da concessão", afirmou o ministro, justificando a necessidade de negociações com a Lusoponte.

"Se construirmos uma nova ponte e ela retirar tráfego à ponte Vasco da Gama [concessionada à Lusoponte] é legítimo que a Lusoponte nos diga: 'há aqui uma alteração do contrato, porque nos foi retirada uma parte substancial do tráfego", explicou Mário Lino. "Mas também é legítimo que se verifique o contrário, porque pode haver um aumento de tráfego não previsto, que teremos que reconcessionar", acrescentou o ministro.

Mário Lino manifestou a esperança de que o contrato de concessão com a Lusoponte não esteja em causa. "Espero que cheguemos acordo", afirmou.

No dia seguinte à divulgação do estudo do Laboratório Nacional de Engenharia Civil que

Lino reconhece que mudou de ideias

Mário Lino reconheceu hoje que mudou de opinião em relação à localização do novo aeroporto de Lisboa depois de obter a argumentação técnica do LNEC em que fica demonstrada as vantagens da construção dessa infra-estrutura na margem sul, em detrimento da construção na Ota, na margem norte do Tejo.

O ministro sentiu-se incomodado com a reacção da assistência quando disse que normalmente não costuma mudar de opinião (referia-se à introdução do sistema de portagens nas Scuts), e fez um parêntesis na sua intervenção para justificar que mudou de ideias a partir do momento em que teve acesso, pela primeira vez, a um estudo comparativo do LNEC a confirmar a validade da construção do aeroporto nos actuais terrenos do Campo de Tiro de Alcochete, pertença do Estado.



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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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03.02.2010
 

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