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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Novo aeroporto de Lisboa
Estudo do LNEC considera Alcochete a localização mais favorável
10.01.2008 - 14h32
João Henriques/PÚBLICO (arquivo)
LNEC concluiu que Alcohete ganha em quatro dos sete factores críticos de decisão
O estudo encomendado pelo Governo ao Laboratório Nacional de Engenharia Civil (LNEC) concluiu que a localização do novo aeroporto de Lisboa em Alcochete é do ponto de vista técnico e financeiro “globalmente mais favorável” do que a Ota.

Este é a principal conclusão do estudo do LNEC sobre a localização do novo aeroporto de Lisboa, que consta da síntese executiva do documento, a que a agência Lusa teve acesso.

Na síntese, o LNEC refere que a conclusão assenta essencialmente no facto de Alcochete ganhar à Ota em “quatro dos sete factores críticos de decisão”.

“Segurança, eficiência e capacidade das operações do tráfego aéreo”; “sustentabilidade dos recursos naturais e riscos”; “compatibilidade e desenvolvimento económico e social”; “avaliação financeira” são os quatro factores em que a localização do aeroporto em Alcochete se apresenta mais favorável, segundo o LNEC.

A Ota vence nos restantes três: “conservação da natureza e biodiversidade”; “sistemas de transportes terrestres e acessibilidades”; e “ordenamento do território”.

Mais estudos podem melhorar solução em Alcolchete

No entanto, de acordo com o estudo do LNEC, “o sentido favorável à zona da Ota para esses factores críticos é atenuado” caso sejam “seguidas directrizes propostas para o caso da localização recair na zona do Campo de Tiro de Alcochete”.

“Contrariamente à localização na zona da Ota, a localização do novo aeroporto de Lisboa na zona do Campo de Tiro de Alcochete é uma hipótese muito recente, para a qual não se verificou um grau de desenvolvimento de estudos comparável, visando, nomeadamente, a optimização de soluções de implantação e a redução de impactes negativos”, salienta o LNEC.

Ainda neste sentido, o LNEC adianta que a localização em Alcochete não foi contemplada em planos e projectos, por exemplo, “de acessibilidades e ordenamento do território, donde é ainda expectável a possibilidade de obtenção de benefícios, em termos comparativos, para esta localização.

Segurança garantida em ambas as localizações

No capítulo da segurança, o LNEC concluiu ser “possível, em qualquer das duas localizações analisadas, garantir padrões de segurança operacional adequados”, mas quanto à “eficiência e capacidade das operações do tráfego aéreo” os elementos disponíveis indicam Alcochete como “mais favorável”.

“Do ponto de vista estritamente financeiro”, o estudo do LNEC concluiu que “existe uma vantagem da alternativa da localização na zona do Campo de Tiro de Alcochete face à zona da Ota”.

Essa vantagem é expressa “numa menor exigência de investimento total (Ota: 5.191,2 milhões de euros; Campo de Tiro de Alcochete: 4.926,6 milhões de euros; a preços de 2007)” e “na existência de um valor actualizado líquido (VAL) diferencial positivo (VAL Ota: 1.655,28 milhões de euros; VAL Alcochete: 1.986,4 milhões de euros; VAL diferencial entre Ota e Alcochete: -331,1 milhões de euros”.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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