G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Banca
Ministro das Finanças anuncia Faria de Oliveira para presidência da Caixa Geral de Depósitos
29.12.2007 - 11h17
Por PUBLICO.PT
| Enric Vives-Rubio/PÚBLICO |
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| Faria de Oliveira deverá ocupar o lugar deixado vago por Carlos Santos Ferreira |
O ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, anunciou esta manhã o nome de Faria de Oliveira, actual responsável pelas operações da Caixa Geral de Depósitos em Espanha, para a presidência do banco estatal.
Teixeira dos Santos explicou que fez ontem o convite a Faria de Oliveira para presidir à administração da Caixa Geral de Depósitos e que este aceitou. O ministro acrescentou que este foi o único convite que fez. Além de Faria de Oliveira, o ministro dirigiu um convite a Francisco Bandeira para ser vice-presidente no mesmo conselho de administração, convite que também foi aceite. Segundo o ministro, Faria de Oliveira tem uma "vasta experiência de gestão bancária" e tem "provas dadas no domínio de gestão de empresas". "É uma escolha que permite à Caixa enfrentar o desafio que tem pela frente, num mercado financeiro que exige visão estratégica". Teixeira dos Santos acredita que com este nome, a CGD "irá responder de forma muito positiva aos seus desafios". O ministro deixou ainda uma palavra à posição assumida nos últimos dias pelo PSD, principal partido da oposição. "Considero inaceitável a forma como o PSD tem procurado impôr um critério estritamente partidário na escolha" de quem vai presidir à Caixa Geral de Depósitos. "Não pode ser unicamente na base da simpatia ou da filiação partidária (...). Tem de assentar na avaliação do currículo profissional (...). Foi nesta base que tomei as minhas decisões". Fernando Faria de Oliveira, actual presidente executivo do Banco Caixa, em Espanha, deverá ocupar o lugar deixado vago por Carlos Santos Ferreira que anunciou quarta-feira a sua renúncia ao cargo para liderar a lista para o futuro Conselho de Administração do BCP. Este gestor ligado ao PSD foi ministro do Comércio e Turismo durante duas legislaturas e Secretário de Estado das Finanças. Numa primeira reacção ao anúncio, Faria de Oliveira disse à Lusa estar honrado com a nomeação. "É um convite que dignifica qualquer pessoa. E só espero poder cumprir e cumprir bem esta minha nova função", declarou, remetendo mais declarações para depois da formação da nova equipa de administração da CGD.
Perfil
Militante do PSD desde 1974, Fernando Faria de Oliveira ocupou diversos cargos na cúpula do partido, tendo pertencido ao Conselho Nacional ou à Comissão Política dos sociais-democratas durante uma década (186-96). Nos últimos onze anos, tem-se dedicado à gestão de organismos e empresas públicas e privadas, cargos que até aí assumia de forma pontual.
O ponto alto da sua carreira política dá-se entre 1990 e 1995, enquanto ministro do Comércio e do Turismo dos XI e XII governos, chefiados por Cavaco Silva.
Da sua passagem por esta pasta, ficou um novo plano estratégico de internacionalização das empresas portuguesas, além de diversas iniciativas no âmbito do turismo, como a conhecida campanha "Vá Para Fora Cá Dentro" e a criação de diversas pousadas em monumentos históricos.
Num dos maiores "picos" do investimento directo estrangeiro em Portugal – 13 mil milhões de dólares em cinco anos – Faria de Oliveira foi ainda responsável pela negociação de diversos contratos, como o que permitiu a instalação da Autoeuropa no país.
Antes de assumir funções ministeriais, já tinha sido secretário de Estado para a Exportação (1981 a 1983), e para as Finanças (1988 a 1990).
Engenheiro e gestor
Natural de Lisboa, onde nasceu há 66 anos, Faria de Oliveira é licenciado em Engenharia Mecânica pelo Instituto Superior Técnico (1965).
Da sua longa carreira empresarial destacam-se as passagens pela administração da TAP, Hospitais Privados de Portugal (HPP), ou da Celulose da Beira Industrial.
Iniciou a sua carreira na Sorefame (antiga Bombardier da Amadora), onde esteve de 1965 até 1980, estando ligado a projectos de aplicação de novas tecnologias e promoção das exportações.
Na banca, foi administrador do Banco de Fomento Exterior de 1990 e 1993, mas devido às funções governativas foi obrigado a suspender o seu mandato.
Desde 2005 preside ao Banco Simeón, com a ambiciosa missão de expandir esta filial da Caixa Geral de Depósitos em Espanha.
De relevo ainda a passagem pela "holding" pública IPE - Investimentos e Participações Empresariais, onde esteve entre 1983 e 2002, entrando como vice-presidente e saindo como administrador-executivo. Passou ainda pela Agência Portuguesa de Apoio ao Desenvolvimento e Icep, onde foi administrador entre 1986 e 1988.
Lusa
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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