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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Reacção à greve de hoje da função pública
Sócrates diz que aumentos na função pública igualam nível da inflação
30.11.2007 - 17h48
Por Lusa 
Daniel Rocha/PÚBLICO (arquivo)
José Sócrates desvalorizou o impacto da greve da função pública
O primeiro-ministro, José Sócrates, que se encontra em visita oficial à Índia, desvalorizou hoje o impacto da greve da função pública e sublinhou que, "pela primeira vez nos últimos anos", os funcionários públicos terão aumentos salariais em linha com a inflação esperada.

"No próximo ano, os funcionários públicos serão já aumentados em 2,1 por cento, o que corresponde à inflação esperada. Isso já é um progresso", sublinhou hoje José Sócrates, que falava aos jornalistas à margem de uma exposição de arquitectura sobre Siza Vieira, no centro de exposições Lalit Akademi, em Nova Deli, Índia.

Recusando entrar na "guerra de números" sobre os níveis de adesão à greve, o primeiro-ministro sustentou que as reformas encetadas pelo Governo têm-se traduzido em "benefícios para o país", mas também para os próprios funcionários públicos.

"Acabou o congelamento das carreiras e promoções e acho que isso também são boas notícias", afirmou o governante, notando que no próximo ano "já haverá avaliações de desempenho e prémios para os melhores funcionários públicos".

Sócrates reconheceu que os esforços que têm sido pedidos aos funcionários públicos "nos últimos 5 anos" só produziram resultados nesta legislatura.

"É por isso que este ano já temos um défice orçamental em cumprimento de todas as regras internacionais e que pusemos as contas públicas em ordem", disse o primeiro-ministro, que também defendeu que 2007 foi "um ano de viragem para os funcionários públicos".

"É importante que os portugueses percebam que não se pode modernizar o país e os serviços públicos, deixando a Administração Pública na mesma", insistiu o primeiro-ministro" "Havia coisas que tinham que mudar e mudaram nos últimos anos, em benefício de todos os portugueses e de um futuro melhor", acrescentou.

A função pública realiza hoje uma greve, que segundo os sindicatos está a ter uma adesão de 80 por cento, em protesto contra a intransigência negocial do Governo, que manteve a proposta de aumentos salariais para o próximo ano nos 2,1 por cento.

Segundo as contas do Governo, a adesão à greve não ultrapassa os 20 por cento.

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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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