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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Reacção à greve de hoje da função pública
Sócrates diz que aumentos na função pública igualam nível da inflação
30.11.2007 - 17h48
Por Lusa 
Daniel Rocha/PÚBLICO (arquivo)
José Sócrates desvalorizou o impacto da greve da função pública
O primeiro-ministro, José Sócrates, que se encontra em visita oficial à Índia, desvalorizou hoje o impacto da greve da função pública e sublinhou que, "pela primeira vez nos últimos anos", os funcionários públicos terão aumentos salariais em linha com a inflação esperada.

"No próximo ano, os funcionários públicos serão já aumentados em 2,1 por cento, o que corresponde à inflação esperada. Isso já é um progresso", sublinhou hoje José Sócrates, que falava aos jornalistas à margem de uma exposição de arquitectura sobre Siza Vieira, no centro de exposições Lalit Akademi, em Nova Deli, Índia.

Recusando entrar na "guerra de números" sobre os níveis de adesão à greve, o primeiro-ministro sustentou que as reformas encetadas pelo Governo têm-se traduzido em "benefícios para o país", mas também para os próprios funcionários públicos.

"Acabou o congelamento das carreiras e promoções e acho que isso também são boas notícias", afirmou o governante, notando que no próximo ano "já haverá avaliações de desempenho e prémios para os melhores funcionários públicos".

Sócrates reconheceu que os esforços que têm sido pedidos aos funcionários públicos "nos últimos 5 anos" só produziram resultados nesta legislatura.

"É por isso que este ano já temos um défice orçamental em cumprimento de todas as regras internacionais e que pusemos as contas públicas em ordem", disse o primeiro-ministro, que também defendeu que 2007 foi "um ano de viragem para os funcionários públicos".

"É importante que os portugueses percebam que não se pode modernizar o país e os serviços públicos, deixando a Administração Pública na mesma", insistiu o primeiro-ministro" "Havia coisas que tinham que mudar e mudaram nos últimos anos, em benefício de todos os portugueses e de um futuro melhor", acrescentou.

A função pública realiza hoje uma greve, que segundo os sindicatos está a ter uma adesão de 80 por cento, em protesto contra a intransigência negocial do Governo, que manteve a proposta de aumentos salariais para o próximo ano nos 2,1 por cento.

Segundo as contas do Governo, a adesão à greve não ultrapassa os 20 por cento.

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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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