G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Segundo os cálculos da Lusa
Inflação deverá ficar acima da previsão do Governo
26.11.2007 - 16h31
Por Lusa
O Governo deve voltar a falhar este ano a meta de inflação, completando pelo menos 10 anos de erros nas suas previsões, de acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística e com as contas realizadas pela agência Lusa.
Desde 1998, o erro médio da previsão da taxa de inflação que consta do orçamento do Estado face à inflação efectivamente verificada foi de 0,62 pontos percentuais, sendo que em todos esses anos, com excepção para 2006, a taxa prevista ficou sempre abaixo da verificada. Em 2006, a diferença foi positiva (com a inflação prevista a ficar acima da verificada) muito provavelmente devido às alterações metodológicas introduzidas em Setembro pelo INE na série do índice de preços do consumidor.
Se os preços se mantivessem constantes nos últimos dois meses de 2007, Portugal chegaria ao fim do ano com uma taxa de inflação média de 2,4 por cento, segundo os cálculos da agência Lusa e os dados do índice de preços do consumidor do INE disponíveis até Outubro.
A previsão do Governo que constava do orçamento do Estado para 2007 apontava para uma taxa de inflação de 2,1 por cento, pelo que é provável que a taxa inflação real fique 0,3 pontos percentuais acima do previsto.
A verificar-se este cenário, será o décimo ano consecutivo em que a inflação real é diferente da inflação prevista pelo governo (a Lusa não analisou dados anteriores a 1998).
No orçamento do Estado para 2008, o executivo já tinha revisto em alta a previsão de inflação para 2007, para uma taxa de 2,3 por cento. Ainda assim, esse valor também deve ser superado pela inflação real.
Mesmo que os preços continuem a subir nos últimos dois meses do ano (como costuma acontecer com as novas colecções e a aproximação da época natalícia), a uma taxa mensal média igual à dos dois anos anteriores (0,3 por cento), a taxa média anual não deve ir além dos 2,4 por cento, segundo os cálculos da Lusa.
Nos 10 anos em análise, a maior diferença entre previsões e valor real verificou-se em 2001, com a previsão a ficar mais de 1,5 pontos percentuais abaixo da evolução real do IPC. O governo previa um aumento dos preços de 2,8 por cento, mas o que acabou por se verificar foi um crescimento de 4,4 por cento, segundo o INE.
Os dados do IPC têm uma base 1997 até 2001 e daí para frente a base é 2002.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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