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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Millennium BCP
Joe Berardo quer que perdão ao filho de Jardim Gonçalves seja investigado
14.10.2007 - 10h56
Por PUBLICO.PT 
PÚBLICO (arquivo)
Em causa está uma dívida, num valor total que poderá oscilar entre os 12 e os 15 milhões de euros, que foi perdoada a Filipe Jardim Gonçalves
O empresário Joe Berardo, que detém 6,8% do Millennium BCP, quer que o perdão à dívida do filho de Jardim Gonçalves seja investigado, considerando "um crime" os empréstimo concedidos a familiares dos membros dos órgão sociais do BCP, noticia hoje o "Diário de Notícias".

Em causa está uma dívida - num valor total que poderá oscilar entre os 12 e os 15 milhões de euros - que foi perdoada a Filipe Jardim Gonçalves, filho de Jardim Gonçalves, fundador e presidente do conselho geral e de supervisão do BCP, noticiaram esta semana o "Expresso" e o "Sol" nas suas edições online.

Filipe Gonçalves, em conjunto com os seus sócios em cinco empresas, pediu empréstimos ao banco que, no final de 2004, foram considerados incobráveis.

"Legalmente, depois de 2002, ficou claro que é proibido emprestar dinheiro a familiares dos membros dos órgão sociais dos bancos. Logo é um crime", afirmou Joe Berardo ao DN.

"Quero ver o resultado da actuação das autoridades competentes. Só depois decidirei o que fazer como accionista", afirmou o empresário acerca deste caso.

"Já disse muitas vezes que há problemas graves no BCP, mas as pessoas consideram que o banco é dele [de Jardim Gonçalves]. Sei que ainda há pouco tempo Jardim Gonçalves, que já não é presidente do conselho de administração, continuava a usar aviões particulares. O conselho de administração não pode continuar a permitir esta situação de abusos", afirmou ainda o empresário.

Depois de sair a público esta notícia, Filipe Gonçalves negou ao “Expresso” qualquer situação de favor por ser filho do fundador do BCP, à data ainda presidente da instituição. O mesmo entendimento foi manifestado ao “Sol” por uma fonte da actual administração, de acordo com a qual “o processo de anulação das dívidas seguiu o procedimento idêntico ao de qualquer outra empresa cliente do banco que entra em situação de dificuldade financeira”.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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