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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Dados do Instituto Nacional de Estatística
Défice comercial baixou 11,8 por cento nos primeiros quatro meses
09.07.2007 - 17h02
Por Lusa, PUBLICO.PT 
PUBLICO.PT
O défice da balança comercial portuguesa desagravou-se 11,8 por cento nos primeiros quatro meses deste ano, porque o aumento das exportações, em 11,7 por cento, superou largamente o incremento das importações (que foram de 3,1 por cento) no mesmo período, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O maior crescimento das vendas ao exterior face às compras permitiu melhorar a taxa de cobertura das importações pelas exportações, que passaram de 63,5 por cento no primeiro quadrimestre de 2006 para 68,8 por cento em igual período deste ano.

Entre Janeiro e Abril, as exportações somaram 12.173,3 milhões de euros e as importações, que têm um valor nominal muito superior, atingiram 17.693,3 milhões de euros, o que se traduziu numa diferença negativa da balança comercial de 5520 milhões de euros.

Para a União Europeia, as exportações aumentaram 9,4 por cento e as importações dos 26 parceiros comunitários cresceram 4,9 por cento, o que permitiu uma redução de 4,4 por cento no défice comercial com a UE.

As empresas portuguesas e as multinacionais continuam a privilegiar a Espanha, a Alemanha e a França como os mercados de expedição dos seus produtos e serviços - concentraram 55 por cento das vendas ao estrangeiro –, seguindo-se o Reino Unidos e os Estados Unidos.

As máquinas e outros bens de capital registaram um incremento de 20,6 por cento e o material de transporte e acessórios progrediram 19 por cento. Em sentido inverso, os combustíveis baixaram as suas vendas em 20,1 por cento.

Nas importações, os bens alimentares e bebidas cresceram 17 por cento, enquanto as compras de combustíveis e outros lubrificantes caíram 22,4 por cento no período em análise.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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