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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Dados do Instituto Nacional de Estatística
Défice comercial baixou 15,4 por cento no primeiro trimestre
08.06.2007 - 14h41
Por PUBLICO.PT 
PUBLICO.PT
O défice comercial baixou 15,4 por cento no primeiro trimestre face ao mesmo período do ano passado, em virtude de uma subida mais acentuada das exportações (10,7 por cento, para 9258 milhões de euros) do que das importações (1,3 por cento, para 13.234 milhões de euros), indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Em valor absoluto, as importações continuam a valer mais do que os produtos e serviços vendidos ao exterior, mas verificou-se nos primeiros três meses do ano uma tendência mais favorável no saldo comercial.

Essa realidade pode ser medida também pela cobertura das importações pelas exportações, que melhorou de 64 por cento há um ano para 70 por cento neste primeiro trimestre. De outra forma, Portugal importou mais 3976 milhões de euros do que exportou.

Com a União Europeia o saldo comercial foi negativo em 2849 milhões de euros, recuando, ainda assim, 11,5 por cento face ao mesmo período de 2006, com as exportações a avançar 8,8 por cento, para 7239 milhões de euros, e as importações 2,2 por cento, para 10.089 milhões de euros.

Fora da União Europeia manteve-se a mesma tendência de défice comercial, em especial pela importação de produtos petrolíferos, com o valor a atingir 1127 milhões de euros (uma descida de 24 por cento face aos 1482 milhões de euros de 2006).
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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