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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Exportações
Icep insta empresas portuguesas a entrar no mercado russo
25.05.2007 - 11h18
Por : José Milhazes, Lusa
Paulo Ricca/PÚBLICO
Calçado, confecções, têxteis e cortiça são alguns dos sectores mais prometedores para as empresas portuguesas
As trocas comerciais entre a Rússia e Portugal ainda são pouco significativas, mas as potencialidades são grandes e as empresas portuguesas não devem perder essa oportunidade, disse Ernesto Martins, delegado do Icep Portugal na capital russa, em entrevista à agência Lusa.

"Em 2006, o valor das exportações portuguesas para o mercado russo foi de apenas 110 milhões de euros, mas significou um aumento de 60 por cento em relação ao ano anterior", disse Ernesto Martins. "Este ano deveremos ultrapassar os 160 milhões de euros", avançou.

O delegado do Icep em Moscovo considera que os números ainda são baixos, "porque é muito difícil chamar empresas para um mercado onde a abordagem é difícil, não é tradicional, não está nos livros".

"No ano passado, foram criados dois milhões e meio de empresas na Rússia, muitas com duração efémera. Temos de procurar informação", disse.

Ernesto Martins considera que no último ano as autoridades e os homens de negócios portugueses têm revelado "um interesse muito maior" no mercado russo.

"Aumenta o número de empresas portuguesas em feiras e exposições, de visitas oficiais a Moscovo, o que faz com que Portugal seja mais falado aqui", frisa.

Todavia, o representante do Icep considera que Portugal "necessita de uma acção de prestígio que coloque, salvo as devidas proporções, o país ao nível da Itália e da Espanha".

Construção naval, construção civil e turismo

Quanto aos sectores mais prometedores para as empresas portuguesas, Ernesto Martins sublinha que, "além dos produtos tradicionais" como calçado, confecções, têxteis e cortiça, há "boas oportunidades na construção naval, na construção civil e obras públicas e no turismo".

Neste último sector, o delegado do Icep defende que "os operadores turísticos devem operar aqui como fazem os espanhóis, a vender os seus produtos".

Ernesto Martins avançou ainda que, durante a visita do primeiro-ministro José Sócrates a Moscovo, será inaugurada uma exposição de "altas tecnologias portuguesas".

"Dezasseis empresas lusas do sector da informática irão apresentar os seus produtos, mostrar às empresas russas que temos 'know-how' nas altas tecnologias, que já exportamos para outros mercados", disse.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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