• 10 de Fevereiro de 2010
  • 11º - 16º Lisboa
 
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

09:29 - Presidente da Toyota deverá viajar para os Estados Unidos
 
09:06 - Camargo Corrêa anuncia compra da posição da Teixeira Duarte na Cimpor
 
09:00 - Bolsa de Tóquio fecha em alta
 
08:53 - Bolsa de Lisboa abre a subir
 
08:49 - Carro eléctrico não precisa de mais energia mas de redes inteligentes
 
08:45 - Perguntas e respostas
 
08:23 - Suspeita de problemas nos travões do Prius adensa crise na Toyota
 
08:18 - Apoio à Grécia é também a Portugal
 
08:13 - Possível ajuda da UE à Grécia acalma pressão dos mercados
 
22:24 - Galp Energia assina contrato de exploração e produção no Uruguai
 
20:56 - ERC confirma que Ongoing tem de sair da Impresa para comprar TVI
 
20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
18:43 - Federação da Construção: Proposta de Orçamento de Estado é uma sucessão de más notícias
 
18:24 - CSN quer impugnar efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor
 
18:10 - Frente Comum marca greve da função pública para 4 de Março
 
17:03 - PSI-20 encerra a subir 0,83% e lidera ganhos na Europa pela segunda sessão consecutiva
 
16:39 - PT adia apresentação das contas para Março
 
15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
15:49 - Wall Street abriu a subir
 
15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:37 - Espanha propõe “estratégia comum” para os carros eléctricos
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
11:13 - Trichet defende que se devem manter expectativas de inflação "bem ancoradas"
 
11:03 - Tribunal Constitucional decide que prestações sociais na Alemanha são insuficientes
 
10:18 - Primeiro-ministro grego apela aos funcionários públicos para "darem o exemplo"
 
10:08 - Blockbuster Portugal inicia processo de insolvência
 
10:04 - Tóquio fechou em queda
 
10:01 - Bolsa de Lisboa abre em alta de 0,10%
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados divulgados hoje pelo INE
Défice público português ficou nos 3,9 por cento do PIB em 2006
19.03.2007 - 19h45
O défice público português ficou nos 3,9 por cento do Produto Interno Bruto (PIB) em 2006, um valor melhor do que os 4,6 por cento previstos pelo Governo, anunciou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

O Governo já tinha anunciado que o défice que seria reportado à Comissão Europeia, em contabilidade nacional (óptica de compromissos), ficaria abaixo do esperado, depois de se ter sabido que em contabilidade pública (óptica de caixa) tinha ficado 2,3 mil milhões de euros melhor do que o orçamentado.

O INE veio hoje confirmar isso mesmo, no reporte dos défices excessivos, dizendo que o défice orçamental baixou 2,1 pontos percentuais, para 3,9 por cento do PIB, de acordo com o apuramento em contabilidade nacional.

Ao longo das últimas semanas, o ministro das Finanças, Fernando Teixeira dos Santos, escusou-se sempre a avançar um valor final para o défice orçamental em contabilidade nacional, dizendo que não queria interferir na análise do INE.

Défice da administração central deu o contributo maior

No ano passado foi estabelecido um acordo entre o INE, o Banco de Portugal e a Direcção-Geral do Orçamento para que estas três instituições fizessem o apuramento do défice que é reportado a Bruxelas.

Os dados hoje divulgados pelo INE mostram que o défice público somava cerca de seis mil milhões de euros, menos 2,9 mil milhões do que no ano anterior.

A contribuir para a melhoria das contas públicas esteve, sobretudo, o défice da administração central, que baixou 26 por cento, ou seja, 2,3 mil milhões de euros.

A administração local também melhorou as suas contas, passando de um défice de 436 milhões de euros para um excedente de 60,6 milhões de euros, ao mesmo tempo que o saldo positivo da segurança social melhorou 29 milhões de euros.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

PUB
PUB
03.02.2010
 

Destaques do "The Wall Street Journal"
Plano da União Europeia para salvar Grécia aguarda decisão alemã
 
Destaques do "Financial Times"
Conversações para construção de uma "firewall" para impedir que crise da dívida na Grécia fique fora de controlo dominam mercados
 
Destaques do "Jornal de Negócios"
Prémios aos gestores podem escapar à subida de impostos, caso antecipem pagamento
 
Destaques do "Diário Económico"
Receitas extraordinárias explicam 60 por cento do corte do défice este ano
 
+ revista de imprensa
 
PUB