| David Clifford/PÚBLICO (arquivo) |
 |
| Estes projectos de reabilitação pretendem dinamizar o mercado de arrendamento e repovoar e rejuvenescer os centros históricos das cidades |
Os investimentos previstos pelas sociedades de reabilitação urbana Porto Vivo e Lisboa Ocidental elevam-se a 1500 milhões de euros até 2009, avançou hoje o ministro do Ambiente, Nunes Correia.
Durante a cerimónia de assinatura do contrato de empréstimo de 200 milhões de euros pelo Banco Europeu de Investimentos (BEI) ao Instituto Nacional de Habitação (INH), o ministro afirmou que aqueles projectos de reabilitação terão uma componente de investimento privado na ordem dos 90 por cento.
Nunes Correia adiantou que as zonas objecto de intervenção urbana têm mais de 1,5 milhões de metros quadrados de área bruta construída e incluem mais de dez mil fracções, habitacionais e edifícios não residenciais.
Os projectos que a parceria com o BEI vão permitir desenvolver enquadram-se nos objectivos de dinamização do mercado de arrendamento, conjugado com o repovoamento e rejuvenescimento dos centros históricos das cidades, sublinhou o titular das áreas do Ambiente, do Desenvolvimento do Território e do Desenvolvimento Regional.
O ministro disse que o contrato hoje assinado com o BEI permite dotar antecipadamente o futuro Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana, que sucederá ao INH, de instrumentos financeiros para iniciar de imediato a reabilitação do parque habitacional referido.