• 22 de Novembro de 2009
  • 14º - 19º Lisboa
  • Massive Attack falam sobre os concertos de sábado e domingo
  • Novo canal sobre as alterações climáticas
  • Vacina da gripe A - lucidez ou paranóia? A escolha é sua
 
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Projecto da nova PJ poderá baixar montante
Acordo dá à Teixeira Duarte mais de 12,6 milhões pelo abandono da Cidade Judiciária
09.03.2007 - 09h02
Por Luís Filipe Sebastião PÚBLICO
Miguel Madeira/PÚBLICO (arquivo)
A polémica obra foi lançada pela ex-ministra Celeste Cardona, actual administradora da CGD
A empresa Teixeira Duarte pode receber do Ministério da Justiça (MJ) mais de 12,6 milhões de euros pela desistência da construção da Cidade Judiciária, em Caxias (Oeiras).

A indemnização poderá ser mais baixa 7,7 milhões de euros se lhe for adjudicada a nova empreitada de ampliação das instalações da Polícia Judiciária.

No processo entre a firma e o Instituto de Gestão Financeira e Patrimonial da Justiça, feito através do Conselho Superior de Obras Públicas, a construtora reclamou o pagamento de mais de 12,6 milhões de euros, sem contar com trabalhos adicionais, pela rescisão da empreitada decidida na sequência do embargo judicial da obra em 2004.

O MJ contestou de início estes valores, mas aceitou-os em Junho último. A solução foi homologada em Agosto pelo ministro das Obras Públicas. O MJ vincula-se a pagar, pela suspensão da empreitada, trabalhos a mais, tratamento de taludes e outros custos, 7,7 milhões de euros, a liquidar até Dezembro de 2006.

Para além disso, reconheceu à construtora o direito, pela rescisão do contrato “por conveniência do dono da obra”, a 4,9 milhões de euros (mais IVA). O acordo abre a porta a que o Estado não pague os 4,9 milhões. Mas para isso teria que adjudicar à empresa, até Dezembro último, “uma nova empreitada de concepção/construção de novas instalações da PJ” com valor entre 35 e 40 milhões de euros.

Se esta custasse menos de 35 milhões, a empresa receberia dez por cento da diferença entre 49,3 milhões (relacionados com a adjudicação de Caxias) e o valor da nova empreitada. Uma vez que o MJ anunciou que a ampliação da sede da PJ, em Lisboa, ficará por 32 milhões, a Teixeira Duarte, para além da empreitada, arrecadaria mais 1,7 milhões de euros. O gabinete de imprensa do ministro Alberto Costa esclareceu que “foi desencadeado o procedimento orçamental” para pagar a indemnização.

O projecto para a PJ “está a ser ultimado” e “ainda não foi definido” como será adjudicado, disse. Quanto à eventual contratação da empresa, responde apenas que será compensada “pelo valor adicional definido”.

Para José Cobra Ferreira, porta-voz da Teixeira Duarte, “o processo continua em aberto”. O contrato da Cidade Judiciária foi assinado em finais de 2003, por 66,4 milhões de euros, após consulta limitada a empresas.

A obra foi lançada pela então ministra da Justiça, Celeste Cardona. Os moradores interpuseram uma providência cautelar, julgada procedente em 2004, por a obra contrariar o PDM. Alberto Costa decidiu abandoná-la e ampliar as instalações de Lisboa, argumentando que o Estado pouparia com essa solução.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

PUB
PUB
18.11.2009
 

+ revista de imprensa
 
PUB