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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Para evitar crise de legitimidade do modelo social
Ministros das Finanças da União Europeia querem rever distribuição de riqueza
27.02.2007 - 17h48
Por Lusa 
PUBLICO.PT
Os ministros das Finanças da União Europeia (UE) consideraram hoje indispensável lançar um debate sobre a distribuição de riqueza na Europa, de modo a evitar uma crise de legitimidade do modelo da economia social de mercado.

Recuperando posições avançadas na véspera pelo Eurogrupo (que reúne os ministros das Finanças da Zona Euro), os 27 reafirmaram que os frutos da recuperação económica da UE deverão ser mais bem distribuídos, mas sem avançar com qualquer proposta concreta.

Numa altura em que se verifica "uma explosão de benefícios", verifica-se "uma crise de legitimidade do modelo de economia social de mercado" europeu, advertiu o ministro alemão das Finanças, Peer Steinbruck, que presidiu à reunião.

"A parte respeitante aos salários no rendimento global dos Estados-membros é hoje a mais baixa desde há muitos anos e não me parece que esta posição seja sustentável", sublinhou, por seu lado, o comissário europeu para os Assuntos Económicos e Monetários, Joaquin Almunia.

Participação no capital das empresas é hipótese

Ambos os responsáveis falavam na conferência de imprensa que encerrou a reunião do Conselho de Ministros das Finanças (Ecofin) dos 27.

Uma das possíveis alternativas ao aumento salarial poderá ser a participação dos funcionários no capital das empresas.

Contra todos os prognósticos, o crescimento económico da UE chegou em 2006 aos 2,9 por cento, contra 1,7 por cento em 2005.

A Comissão Europeia, nas suas últimas previsões de dia 16, estima um crescimento de 2,7 por cento para este ano.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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