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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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09:29 - Presidente da Toyota deverá viajar para os Estados Unidos
 
09:06 - Camargo Corrêa anuncia compra da posição da Teixeira Duarte na Cimpor
 
09:00 - Bolsa de Tóquio fecha em alta
 
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08:18 - Apoio à Grécia é também a Portugal
 
08:13 - Possível ajuda da UE à Grécia acalma pressão dos mercados
 
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20:56 - ERC confirma que Ongoing tem de sair da Impresa para comprar TVI
 
20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Novo modelo de emprego
Governo alarga motivos para despedimentos na função pública
25.01.2007 - 12h15
Por PUBLICO.PT 
Nelson Garrido/PÚBLICO (arquivo)
O Estatuto Disciplinar vai ser revisto e clarificado e será o instrumento essencial para avaliar o desempenho dos funcionários públicos
O futuro modelo de emprego na Administração Pública, apresentado ontem pelo Governo aos sindicatos, admite o despedimento dos funcionários públicos com vínculo que não cumpram as suas funções.

A edição de hoje do "Diário de Notícias" estima que esta proposta vai ser aplicada a cerca de 80 por cento dos mais de 700 mil funcionários públicos, já que os restantes 20 por cento têm um contrato individual de trabalho com um regime em tudo idêntico ao que se aplica ao sector privado.

A proposta para a reforma do sistema de vínculos, carreiras e remunerações prevê a cessação do vínculo "por violação de deveres funcionais, verificada por procedimento disciplinar", lê-se no documento divulgado ontem no site do Ministério das Finanças.

Os deveres funcionais dizem respeito às tarefas que cada funcionário é obrigado a executar diariamente e que serão clarificadas na futura revisão do Estatuto Disciplinar.

O documento aponta ainda para o fim das promoções automáticas nas carreiras e atribui prémios por bom desempenho de um funcionário ou de uma equipa, cuja atribuição ficará dependente "das disponibilidades orçamentais" dos serviços.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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