• 10 de Fevereiro de 2010
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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

11:01 - Perfil de Vitor Hallack, da Camargo Corrêa
 
10:24 - Bank Millennium lucra 300 mil euros na Polónia em 2009
 
10:09 - Teixeira Duarte está a subir 14,7% e a Cimpor perde 4,4%
 
09:54 - BCP vende 95 por cento do Millenium Bank na Turquia
 
09:29 - Presidente da Toyota deverá viajar para os Estados Unidos
 
09:06 - Camargo Corrêa anuncia compra da posição da Teixeira Duarte na Cimpor
 
09:00 - Bolsa de Tóquio fecha em alta
 
08:53 - Bolsa de Lisboa abre a subir
 
08:45 - Perguntas e respostas
 
08:23 - Suspeita de problemas nos travões do Prius adensa crise na Toyota
 
08:18 - Apoio à Grécia é também a Portugal
 
08:13 - Possível ajuda da UE à Grécia acalma pressão dos mercados
 
22:24 - Galp Energia assina contrato de exploração e produção no Uruguai
 
20:56 - ERC confirma que Ongoing tem de sair da Impresa para comprar TVI
 
20:36 - Votorantim e CGD admitem descer fasquia na Cimpor
 
18:43 - Federação da Construção: Proposta de Orçamento de Estado é uma sucessão de más notícias
 
18:24 - CSN quer impugnar efeitos no Brasil da entrada da Votorantim na Cimpor
 
18:10 - Frente Comum marca greve da função pública para 4 de Março
 
17:03 - PSI-20 encerra a subir 0,83% e lidera ganhos na Europa pela segunda sessão consecutiva
 
16:39 - PT adia apresentação das contas para Março
 
15:53 - Portugal vai emitir obrigações de dívida pública a dez anos
 
15:49 - Wall Street abriu a subir
 
15:37 - TAP "não prevê aposta em novos destinos"
 
15:00 - Administração da Privado Holding contesta novo fundo e apresenta proposta esta semana
 
14:57 - Santader Totta mantém lucros anuais de 523,3 milhões de euros
 
13:23 - Decisões da ERSE vão ter impacto no mercado de gás natural a partir de Julho
 
12:51 - Agências de "rating" tiveram "erros importantes", diz presidente do Santander Totta
 
12:41 - "Spreads" em Portugal vão ter que aumentar se condições de crédito se mantiverem
 
12:31 - Israel propõe à TAP voos para Portugal e garante ocupação mínima para rentabilizar ligação
 
12:27 - Custos com construção nova sobem 0,4% em Dezembro
 
11:57 - Grécia quer alargar idade média de reforma para os 63 anos
 
11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados do Instituto Nacional de Estatística
Défice externo agravou-se 1,7 por cento entre Janeiro e Outubro
09.01.2007 - 17h28
Por Lusa 
PUBLICO.PT
O défice comercial aumentou 1,7 por cento nos dez primeiros meses de 2006 face a igual período de 2005, com as exportações a crescerem 12,6 por cento e as importações 8,5 por cento, indicou hoje o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Estes números permitiram, no entanto, uma melhoria da taxa de cobertura das importações pelas exportações, que passou de 62,5 por cento para 64,9 por cento, em valores homólogos.

De Janeiro a Outubro de 2006, Portugal exportou 28.656,8 milhões de euros e importou 44.189,0 milhões de euros, o que se traduziu num saldo negativo de 15.532,2 milhões de euros da balança comercial.

Nas relações comerciais com os 24 parceiros da União Europeia, as exportações cresceram 8,6 por cento, para 22.187,8 milhões de euros, e as importações aumentaram 7,1 por cento, para 33.169,1 milhões de euros, do que resultou um défice comercial de 10.981,3 milhões de euros – um agravamento de 4,3 por cento.

No período considerado, a taxa de cobertura das importações pelas exportações melhorou de 66 para 66,9 por cento entre 2005 e 2006.

Relativamente às exportações portuguesas, continuam a destacar-se o acréscimo de 47,9 por cento nos combustíveis e lubrificantes e o aumento de 21 por cento nas máquinas e outros bens de capital.

As importações de combustíveis e lubrificantes cresceram 16,3 por cento.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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