| Adriano Miranda/PÚBLICO (arquivo) |
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| Os preços internacionais da gasolina e do gasóleo caíram 32 por cento e 13 por cento, respectivamente, mas apenas 12,2 e 1,2 por cento internamente |
A Autoridade da Concorrência concluiu que não há justificação para a lentidão na redução dos preços dos combustíveis praticados em Portugal, no terceiro trimestre do ano, em comparação com a baixa, mais acentuada, que se verificou nos mercados internacionais.
No terceiro trimestre, os preços da gasolina e do gasóleo no exterior desceram 32 e 13 por cento, respectivamente, enquanto internamente baixaram apenas 12,2 e 1,2 por cento (antes de impostos) – menos 19,8 pontos e menos 11,8 pontos percentuais.
A newsletter, divulgada hoje pelo regulador da Concorrência, refere que há um desfasamento de quatro semanas entre os preços praticados no exterior e aqueles que são tabelados no retalho, em Portugal, quando a média na União Europeia é de metade desse prazo, duas semanas.
Contudo, mesmo esse desfasamento temporal não justifica a diferença de preços nacionais, adianta ainda o documento.