G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Decisão final do regulador impõe condições
Concorrência: compra da PT pela Sonaecom beneficia telecomunicações e consumidores
22.12.2006 - 16h53
Por PUBLICO.PT
| Steven Governo/AP |
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A Autoridade da Concorrência não se opõe à compra do capital da Portugal Telecom pela Sonaecom e defende que a operação, desde que sujeita a determinadas condições, poderá melhorar a concorrência no sector de telecomunicações e beneficiar os consumidores.
O presidente da Autoridade da Concorrência, Abel Mateus, justificou hoje a não oposição à operação com o facto de as telecomunicações móveis poderem vir a ter mais do que os actuais três operadores, caso o negócio se concretize. Apesar da concentração entre a TMN e a Optimus, Abel Mateus defende que haverá vários operadores virtuais a funcionar após a concretização desta operação, que irão colmatar a concentração entre aquelas duas marcas. "Ao introduzir mais concorrência estrutural no sector, vai haver menor necessidade de regulação e vai ao encontro das recomendações da União Europeia para o sector das telecomunicações", disse ainda o líder da Autoridade da Concorrência. Abel Mateus sublinhou que cabe agora ao mercado prosseguir, ou não, a operação proposta em Fevereiro deste ano pela Sonaecom (proprietária do PÚBLICO).
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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10.02.2010 |
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