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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Central pede 405 euros
UGT: acordo sobre salário mínimo depende de aumento significativo em 2007
21.11.2006 - 17h20
Por Lusa 
Tiago Petinga/Lusa (arquivo)
Proença considera que não há razão para não haver um aumento significativo do salário mínimo em 2007
O secretário-geral da UGT, João Proença, garantiu hoje que só assinará um acordo tripartido sobre a valorização do Salário Mínimo Nacional (SMN) se for assegurado um aumento significativo em 2007.

Em conferência de imprensa, João Proença manifestou total disponibilidade para acordar com os restantes parceiros sociais e o governo um aumento do SMN para os próximos três anos desde que "haja um aumento significativo do SMN em 2007".

"Não há razão nenhuma, nem económica nem social, para que não haja um aumento significativo do SMN em 2007", afirmou.

Proença reafirmou a reivindicação de um SMN de 405 euros no próximo ano, embora admita subscrever um acordo com um valor ligeiramente inferior se a valorização no médio prazo o justificar.

O sindicalista defendeu que o aumento do SMN deve ser fixado tendo em conta os seus objectivos e condicionantes e deve ter em conta o valor da inflação, o crescimento da produtividade e a necessidade de aproximação ao salário médio de forma a recuperar algum do poder de compra perdido nos últimos anos.

O responsável contestou ainda as alegações das confederações patronais de que um aumento significativo do SMN tenha efeitos negativos na negociação colectiva.

O líder da UGT lembrou que este é um momento importante na negociação colectiva dado que a maioria dos acordos produzem efeitos a Janeiro de 2007 e defendeu a necessidade de uma negociação séria em torno dos salários e das condições de adaptabilidade das empresas.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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