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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Conferência com ex-vice-governador do Banco de Portugal
António Borges defende que o país não estava “à altura” de aderir ao euro
17.11.2006 - 22h05
Por Lusa 
André Kosters/Lusa (arquivo)
Borges enfatiza a falta de possibilidade de recurso à desvalorização cambial
Portugal não estava “à altura” de aderir ao euro em 2002, ao contrário do que se acreditava então, defendeu hoje o economista António Borges, membro da equipa que lançou o projecto da União Económica e Monetária.

“Os meus colegas perguntavam-me: ‘Mas vocês [Portugal] estão mesmo preparados?’ E nós dizíamos: com certeza que sim. Mas hoje tenho de reconhecer que, se calhar, não estávamos à altura do desafio, porque não tivemos consciência das dificuldades da mudança de regime”, afirmou Borges, numa conferência na AESE-Escola de Direcção e Negócios.

O principal “problema” do novo regime, adiantou, é que o país “não tem os mesmos instrumentos” de política monetária de que então dispunha, e que usou para lidar com as crises de 1975 e 1985, como desvalorizações cambiais ou medidas de austeridade.

E, ainda que a crise económica actual não seja “tão aguda” quanto aquelas, agora Portugal depara-se com um “problema macroeconómico”, porque a exposição à concorrência internacional é significativamente maior, defendeu.

“Estamos num regime diferente, para o qual não estamos claramente preparados do ponto de vista intelectual”, afirmou o ex-vice-governador do Banco de Portugal e actual vice-presidente da Goldman Sachs, também militante do PSD.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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