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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Anúncio do ministro da Economia
Aumento do preço da electricidade limitado a oito por cento
19.10.2006 - 19h16
Por Lusa, PUBLICO.PT 
Inácio Rosa/Lusa (arquivo)
O Governo considera inaceitável o aumento de 15,7 por cento proposto pela Entidade Reguladora do Sector Energético
O ministro da Economia anunciou hoje que o aumento das tarifas de electricidade no próximo ano vai ficar-se por um valor entres seis e os oito por cento, já que o Governo considera "inaceitável" a subida de 15,7 por cento proposta pela entidade reguladora do sector e ontem defendida pelo secretário de Estado Castro Guerra.

Numa entrevista ao jornal "Sol", que vai ser publicada na íntegra este sábado, Manuel Pinho explica que está disposto a aplicar "mecanismos que permitam reduzir de forma substancial o aumento" proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

De acordo com o semanário, o Governo "pretende alterar o preço de referência de energia, bem como aumentar o prazo de amortização do défice tarifário para dez anos". As medidas serão anunciadas pelo ministro amanhã, em conferência de imprensa.

Manuel Pinho considera também possível amortizar o défice tarifário, que actualmente ronda os 396 milhões de euros, para além dos três anos propostos pela ERSE. E deu o exemplo de Espanha, que tem prevista uma amortização em 30 anos.

O ministro da Economia admitiu que a entidade reguladora tem "total autonomia para fixar tarifas", mas lembrou que o Governo "é soberano em matéria legislativa".

As alterações à lei em vigor, também já defendidas pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, deverão ser apresentadas durante uma conferência de imprensa agendada pelo Ministério da Economia para a tarde de amanhã.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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