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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Anúncio do ministro da Economia
Aumento do preço da electricidade limitado a oito por cento
19.10.2006 - 19h16
Por Lusa, PUBLICO.PT 
Inácio Rosa/Lusa (arquivo)
O Governo considera inaceitável o aumento de 15,7 por cento proposto pela Entidade Reguladora do Sector Energético
O ministro da Economia anunciou hoje que o aumento das tarifas de electricidade no próximo ano vai ficar-se por um valor entres seis e os oito por cento, já que o Governo considera "inaceitável" a subida de 15,7 por cento proposta pela entidade reguladora do sector e ontem defendida pelo secretário de Estado Castro Guerra.

Numa entrevista ao jornal "Sol", que vai ser publicada na íntegra este sábado, Manuel Pinho explica que está disposto a aplicar "mecanismos que permitam reduzir de forma substancial o aumento" proposto pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

De acordo com o semanário, o Governo "pretende alterar o preço de referência de energia, bem como aumentar o prazo de amortização do défice tarifário para dez anos". As medidas serão anunciadas pelo ministro amanhã, em conferência de imprensa.

Manuel Pinho considera também possível amortizar o défice tarifário, que actualmente ronda os 396 milhões de euros, para além dos três anos propostos pela ERSE. E deu o exemplo de Espanha, que tem prevista uma amortização em 30 anos.

O ministro da Economia admitiu que a entidade reguladora tem "total autonomia para fixar tarifas", mas lembrou que o Governo "é soberano em matéria legislativa".

As alterações à lei em vigor, também já defendidas pelo ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, deverão ser apresentadas durante uma conferência de imprensa agendada pelo Ministério da Economia para a tarde de amanhã.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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