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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Subida de 15,7 por cento no próximo ano
Secretário de Estado culpa consumidores pelo aumento do preço da electricidade
18.10.2006 - 09h24
Por Lusa 
Paulo Ricca/PÚBLICO (arquivo)
A electricidade esteve sujeita a um aumento anual ao nível da inflação
O secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, António Castro Guerra, afirmou hoje que a culpa do aumento de 15,7 por cento no preço da electricidade em 2007 é dos consumidores, porque "este défice tem de ser pago por quem o gerou".

Até este ano, a lei impedia uma actualização dos preços acima da inflação, o que deu origem a um défice tarifário que, na opinião de Castro Guerra, "só pode ser imputado aos consumidores".

"São os consumidores que devem este dinheiro. Não é mais ninguém", declarou o governante à rádio TSF. "Este défice tem de ser pago por quem o gerou", disse ainda Castro Guerra.

De acordo com as contas do secretário de Estado Adjunto da Indústria e da Inovação, o défice vai ser recuperado num prazo de três a cinco anos.

Apesar de ter admitido que o aumento do preço é elevado, Castro Guerra afirmou que "os custos são os custos".

Questionado sobre o facto de o aumento para as empresas ser menor, o responsável referiu que "isso tem um fundamento". "As empresas estão a competir no mercado e nós não podemos por razões de energia reduzir a competitividade das empresas e mesmo assim já é um aumento substancial", explicou.

António Castro Guerra lembrou que os aumentos são da exclusiva competência da Entidade Reguladora do Sector Energético, mas admitiu que "no futuro o Governo pode criar mecanismos que evitem aumentos tão elevados".

Sobre o mesmo assunto, o ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou ao "Diário de Notícias" que "o Governo está a analisar a situação".
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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