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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Taxa é para cobrir "todos os custos inerentes"
Brisa recusa portagens mais baratas nas auto-estradas em obras
31.08.2006 - 18h33
Por Lusa 
Paulo Ricca/PÚBLICO (arquivo)
A Brisa afirma que no contrato assinado com o Estado estão previstas taxas de portagem durante ou após as obras de beneficiação
A Brisa recusou hoje a possibilidade de redução do valor das portagens nos lanços de auto-estrada onde decorram obras, por considerar que estas são parte integrante do serviço que presta quer ao Estado quer aos automobilistas.

Segundo a empresa, "a taxa de portagem é a receita típica de uma concessionária de auto-estradas com portagem e essa receita serve para cobrir todos os custos inerentes à operação da auto-estrada, sejam os disponibilizados aos automobilistas em ocasiões normais de operação, sejam os necessários para cobrir obras a que a concessionária está obrigada".

A Brisa considera ainda que as obras de beneficiação são "uma parte muito importante do serviço que é prestado pela concessionária, quer ao Estado, como parte contratual, quer aos automobilistas, como utilizadores da infra-estrutura". A empresa sublinha, nesse sentido, que no contrato de concessão assinado com o Estado está contemplada a manutenção das taxas de portagem, quer durante, quer após as obras de beneficiação da auto-estrada.

Embora admita que estas intervenções, designadamente as necessariamente prolongadas e complexas obras de alargamento da via, implicam incómodos e constrangimentos aos automobilistas, a Brisa diz ter vindo a apostar na minimização destes impactos adoptando um conjunto de melhores práticas no projecto, planeamento, gestão da circulação e informação ao cliente.

Segundo explicou o presidente da comissão executiva da Brisa Engenharia e Gestão, Pedro Carvalho, em conferência de imprensa, estas boas práticas visam uma maior fluidez da circulação, designadamente através do aumento da largura da faixa de rodagem disponível, do limite à extensão da zona de obra com constrangimento, do corte de vias apenas em horas de menor tráfego, da vigilância com câmaras do percurso intervencionado e do reforço o policiamento.

"São inúmeros os avanços técnicos que a Brisa está permanentemente a introduzir", salientou Pedro Carvalho, garantindo que "os novos alargamentos terão menores constrangimentos e melhores condições de circulação".

O responsável deu como exemplo a intervenção para alargamento para três vias no sublanço Feira-IC24 da A1, a decorrer desde Novembro de 2004 e hoje concluídas. Orçadas em 22,7 milhões de euros, totalmente suportados pela Brisa, esta obra mereceu "um número inexpressivo" de reclamações por parte dos utentes, tendo havido também uma melhoria a nível da sinistralidade.

De acordo com o porta-voz da Brisa, as melhores práticas aqui adoptadas "serão ainda mais visíveis em alargamentos" que vão agora começar.

Na Área Metropolitana do Porto, o porta-voz destacou duas obras "mais sensíveis" a curto/médio prazo: o alargamento do sublanço Águas Santas/Maia da A3 e o alargamento da A1 entre a Feira e Estarreja.

Orçada em 47,3 milhões de euros e com duração prevista de dois anos, entre Novembro deste ano e o mesmo mês de 2008, esta última será dividida em duas fases (num total de 18 quilómetros) e prevê o alargamento para três vias em cada sentido (embora contemplando já largura para futuras quatro vias).

Já o alargamento de duas para quatro vias em cada sentido da A3, entre Águas Santas e Maia (6,6 quilómetros), tem início agendado para Janeiro de 2007 e implica um investimento de 15,7 milhões de euros, a assumir pelo Estado por se tratar de um troço sem portagem.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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