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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Resoluções aprovadas em Conselho de Ministros
Governo aprova condições para privatização da Galp Energia e Portucel
24.08.2006 - 17h48
Por Lusa, PUBLICO.PT 
Marco Maurício/PÚBLICO
A Galp Energia deverá entrar em bolsa na primeira quinzena de Outubro
O Conselho de Ministros aprovou hoje resoluções que estipulam as condições para a quarta fase de privatização da Galp Energia e a terceira fase da alienação da Portucel. As duas empresas integram o programa de privatizações para o biénio 2006/2007, através do qual o Governo prevê arrecadar 2400 milhões de euros.

Quanto à Galp Energia – que deverá entrar em bolsa na primeira quinzena de Outubro – o Governo estipula a reprivatização de acções representativas do capital social da empresa “numa percentagem não superior a 25 por cento”, através de uma oferta pública de venda (OPV) e da venda directa de um bloco de acções.

O Governo prevê ainda a possibilidade da criação de um lote suplementar de mais 2,5 por cento do capital, podendo assim vender até 27,5 por cento da empresa.

A resolução hoje aprovada em Conselho de Ministros define as condições de aquisição das acções através da OPV e também as condições especiais de venda para os trabalhadores da Galp, pequenos subscritores e emigrantes, nomeadamente o preço.

Relativamente à operação de venda directa, o documento aprova o respectivo caderno de encargos, no qual são estabelecidos os termos e condições a observar.

Posteriormente, serão aprovados os critérios e os modos de fixação dos preços de venda, bem como as demais condições necessárias à execução da reprivatização, designadamente as quantidades de acções a alienar no âmbito das operações.

Trabalhadores e pequenos subscritores beneficiarão de descontos

Quanto à Portucel, a resolução aprovada em Conselho de Ministros define que os pequenos subscritores e trabalhadores da papeleira vão poder comprar acções com cinco por cento de desconto em relação ao preço fixado para o público em geral.

Segundo o Executivo, o lote de acções destinado aos trabalhadores é de 20 mil acções, igual àquele que será disponibilizado aos pequenos subscritores.

A terceira e última fase de privatização da papeleira será levada a cabo, ainda este ano, pela Parpública - Participações Públicas (SGPS) e será realizada em "uma ou mais" de três modalidades, revelou o ministro da Economia, Manuel Pinho.

O modelo aprovado em Conselho de Ministros prevê uma oferta pública de venda no mercado nacional e uma venda directa a várias instituições financeiras que terão depois de colocar as acções no mercado. Uma terceira modalidade prevê ainda a venda directa de acções à Parpública, que fica terá posteriormente de emitir obrigações "que tenham como activo subjacente e sejam susceptíveis de permuta ou reembolso com acções representativas do capital social da Portucel, S.A.".

O Estado detém, através da Parpública, 25,73 por cento do capital da empresa, detendo a Semapa a maioria do capital (67,1 por cento), seguido do Santander (4,065 por cento), enquanto o restante capital está disperso em bolsa.

A Portucel, um dos cinco maiores produtores de pasta de papel, foi criada em 1952, com a abertura da fábrica de Cacia, tendo sido nacionalizada em 1976. Em 1995, 44,3 por cento do capital da empresa foi privatizado. Em 2000, a Portucel adquiriu os papéis Inapa e, em 2001, a Soporcel.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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