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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Dados do Banco de Portugal
Economia portuguesa mantém recuperação pelo sexto mês consecutivo
18.08.2006 - 13h14
DR
A economia portuguesa voltou a dar sinais de melhoria em Julho, completando seis meses consecutivos de recuperação, de acordo com o indicador coincidente divulgado hoje pelo Banco de Portugal.

Os dados do relatório dos indicadores de conjuntura mostram que o indicador coincidente mensal da actividade económica, que informa sobre as tendências subjacentes à evolução da economia portuguesa, subiu 0,6 por cento em Julho, em relação a igual mês de 2005. Em Junho, este indicador, que vale pelo seu carácter qualitativo, tinha aumentado 0,5 por cento.

O Banco de Portugal diz que os dados sugerem que a actividade económica "continuou a apresentar uma trajectória ascendente", no mês em que o indicador coincidente completou seis meses consecutivos de recuperação.

O indicador coincidente de actividade sintetiza informação relativa ao Produto Interno Bruto (PIB), ao volume de vendas no comércio a retalho, às vendas de veículos comerciais pesados, às vendas de cimento, ao índice de produção da indústria transformadora, à situação financeira das famílias, às novas ofertas de emprego e ao enquadramento externo.

Os dados do Banco de Portugal apontam ainda para a continuação da recuperação do consumo privado, que tinha sido iniciada no final do ano passado.

O indicador coincidente do consumo privado subiu 1,2 por cento em Julho, a um ritmo mais elevado do que em Junho, ao mesmo tempo em que o indicador de confiança dos consumidores estagnou nos menos 36 pontos.

O sentimento económico (outra medida do andamento da economia) também subiu, passando de 92,5 pontos em Junho para 94 pontos em Julho, próximo de níveis registados no quarto trimestre de 2004.

Em relação ao investimento, os sinais relativos a Julho são mistos: a venda de veículos comerciais ligeiros caiu, as vendas de cimento desceram, mas a confiança dos empresários no sector da construção aumentou.

No mercado de trabalho, as ofertas de emprego cresceram 0,9 por cento, para 11,7 mil, a um ritmo mais baixo do que em Junho.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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