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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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Concertação social
Governo propõe a redução da penalização das reformas antecipadas
21.07.2006 - 15h24
Por Lusa 
Inácio Rosa/Lusa (arquivo)
Os parceiros sociais têm até 10 de Agosto para dar uma resposta à nova proposta do Governo
O Governo propôs hoje aos parceiros sociais que a penalização por cada ano de antecipação da idade de reforma varie entre seis e 6,5 por cento, ao contrário dos sete e 7,5 por cento propostos anteriormente.

Esta foi uma das alterações introduzidas pelo ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, nos documentos hoje entregues aos parceiros sociais, que ficaram de dar um parecer até 10 de Agosto.

À saída da reunião em sede de concertação social, Vieira da Silva justificou que a penalização de 6 por cento (para pensão requerida após os 60 anos) e de 6,5 por cento (para pensão antes dos 60 anos) é um valor neutro para que a Segurança Social não seja penalizada quando os trabalhadores saem precocemente do mercado de trabalho.

A diminuição da taxa de penalização deve-se ao facto de o Executivo ter imputado na proposta anterior o custo das reformas antecipadas dos trabalhadores com longas carreiras contributivas.

Actualmente, o factor de penalização por cada ano de antecipação é de 4,5 por cento, o que, segundo o Executivo, é insustentável.

O secretário-geral da UGT, João Proença, afirmou que as despesas das reformas antecipadas dos trabalhadores com longas carreiras contributivas devem ser assumidas pelo sistema e não pelos trabalhadores.

Também Maria do Carmo Tavares, da comissão executiva da CGTP, salientou a alteração introduzida pelo Executivo, mas ressalvou que este novo valor "tem que ser estudado e analisado".
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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