G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Antigo ministro da Economia
Augusto Mateus: "O plano tecnológico não existe, é um powerpoint"
07.07.2006 - 11h09
| Paulo Carriço/Lusa (arquivo) |
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| Augusto Mateus discorda do plano tecnológico proposto pelo executivo de José Sócrates |
Augusto Mateus, antigo ministro da Economia do Governo de António Guterres, defende hoje, numa entrevista ao "Semanário Económico", que "o plano tecnológico não existe, é um powerpoint".
"A ideia que a tecnologia é o coração é errada", sublinha o economista e professor no ISEG "O coração é conhecimento e inovação", destaca o antigo governante, acrescentando que "o“único plano tecnológico que Portugal teve até hoje foi o PEDIP, em que as empresas tiveram incentivos para se modernizarem tecnologicamente". No seu entender, Portugal não deve continuar "a inventar" actividades ligadas às novas tecnologias e deve, pelo contrário, olhar para os sectores onde já tem vantagens. Sobre as infra-estruturas de transportes Augusto Mateus aposta no comboio de alta velocidade entre Lisboa e Madrid, mas duvida da sua viabilidade entre os troços de Lisboa e Porto e do Porto e Corunha. A localização apontada para o novo aeroporto, a Ota, é outra das matérias que tem dúvidas, apesar de concordar com a construção de uma nova infra-estrutura aeroportuária, dedicada também à vertente logística.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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03.02.2010 |
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