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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Segurança Social
CGTP alerta para perdas em reformas
21.06.2006 - 20h55
Por Lusa 
Tiago Petinga/Lusa (arquivo)
Carvalho da Silva apontou como lacuna a ausência de compromissos relativos a políticas que assegurem crescimento económico
A CGTP alertou hoje para as perdas progressivas nas reformas dos trabalhadores, em consequência da reforma da segurança social, que podem ser de 4,5 por cento em 2010 e de 18,7 por cento em 2050.

“Na opinião pública ficou a ideia de que os trabalhadores tinham três alternativas, o que não passou de um mega exercício de propaganda do Governo”, criticou o secretário-geral da CGTP, Manuel Carvalho da Silva, em conferência de imprensa.

“Mas só há uma alternativa, que é a diminuição do valor da reforma”, disse o sindicalista no final de uma reunião do Conselho Nacional da central, cujo tema forte de discussão foi a reforma da segurança social, que está a ser debatida na concertação social.

Carvalho da Silva referia-se em concreto a uma das medidas consideradas estratégicas pelo Governo para a sustentabilidade da segurança social, que é a introdução do chamado factor de sustentabilidade, que indexa a idade real de reforma ao aumento da média da esperança de vida.

De acordo com este factor, para compensar o aumento médio da esperança de vida, o trabalhador pode optar por trabalhar além dos 65 anos, por descontar mais para a segurança social ou por receber uma pensão mais pequena.

“É indispensável falar a verdade aos portugueses”, insistiu o secretário-geral da CGTP, explicando aos jornalistas que “um trabalhador que se reforme em 2010 terá uma perda de 4,5 por cento na reforma, em 2020 a quebra será de 10 por cento, em 2030 de 13,8 por cento, em 2040 de 16,6 por cento e em 2050 de 18,7 por cento”. A proposta do Governo “traduz-se no plano prático nestas perdas”, acrescentou.

Carvalho da Silva apontou também, como “duas grandes lacunas”, a ausência de compromissos relativos a políticas que assegurem o crescimento económico e a falta de atenção à componente “fundamental” do financiamento da Segurança Social. A CGTP pretende apresentar ao Governo as suas propostas sobre segurança social em 29 de Junho, em sede de Concertação Social.

Apelando à mobilização de todo os portugueses para que não se resignem e para que lutem pelos seus direitos adquiridos, Carvalho da Silva anunciou uma Assembleia Sindical de representantes dos trabalhadores de todo o país, no dia 12 de Julho, para discutir a reforma da Segurança Social e a situação económica e social do país.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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