• 22 de Novembro de 2009
  • 14º - 19º Lisboa
  • Massive Attack falam sobre os concertos de sábado e domingo
  • Vampiros de Guillermo del Toro andam de eléctrico por Lisboa
  • O que fizeste à Itália, Berlusconi?
 
Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
3,64
É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Fraca criação de emprego
Banco de Portugal prevê baixo crescimento da economia no futuro próximo
21.06.2006 - 18h45
Por Lusa 
Inácio Rosa/Lusa
A análise foi divulgada um dia depois de Vítor Constâncio ter sido reconduzido no cargo de governador da instituição
A economia portuguesa conhecerá um regime de baixo crescimento no futuro próximo, prevê o Banco de Portugal na análise que integra o relatório anual de estabilidade financeira, hoje divulgado.

A previsão de um regime de baixo crescimento “e a consequente fraca criação de emprego” é atribuída a razões de natureza estrutural, as quais deverão ser agravadas por factores conjunturais, como a tendência de subida das taxas de juro.
Por ser “em larga medida de natureza estrutural”, este baixo crescimento “tenderá a persistir no futuro próximo”.

O documento, divulgado um dia depois de Vítor Constâncio ter sido reconduzido no cargo de governador da instituição, explica a actual situação com a capacidade limitada de reacção da economia a vários choques externos e internos.

“O baixo crescimento da economia portuguesa nos últimos anos resultou da combinação de um conjunto de choques de origem externa e interna com uma capacidade limitada da economia reagir a esses choques”, afirma o Banco de Portugal.

Por sua vez, esta capacidade limitada é vista como decorrente de “deficiências no funcionamento dos mercados de trabalho e de produto e na dotação de capital físico e humano”.

Daqueles choques, são particularizados a integração económica global, o aumento do preço do petróleo, a desaceleração da actividade da área do euro após 2000, o aumento da carga fiscal e, ainda, nos anos mais recentes, a incerteza sobre a forma como serão corrigidos os principais desequilíbrios da economia, em particular o elevado défice estrutural das contas públicas.

Para o futuro, e além da tendência de subida das taxas de juro, o banco central menciona o aumento da volatilidade e dos níveis de preço do petróleo, a eventual correcção abrupta do desequilíbrio externo norte-americano e a possibilidade de um aumento pronunciado das taxas de juro de longo prazo ao nível global.

O crescimento do produto interno bruto em Portugal tem vindo a perder velocidade, como evidencia a seguinte série de taxas de crescimento anual: de 3,9 por cento (1999 e 2000) cai para 2,0 por cento em 2001, para 0,8 por cento em 2002, entra em recessão (1,2 por cento) no ano seguinte, regressa ao crescimento (1,1 por cento) em 2004 e estagnou, com um crescimento de 0,3 por cento, em 2005.
Achou este artigo interessante? Sim
 
Digg Do Melhor   Comente Leia comentários Imprima Tops Estatísticas
 
 
comente este artigo
Critérios para publicação de comentários
 
Restam 1200 caracteres
 
   
 
   
 
Os comentários deste site são publicados sem edição prévia, pelo que pedimos que respeite os nossos Critérios de Publicação. O seu IP não será divulgado, mas ficará registado na nossa base de dados. Quaisquer comentários inadequados deverão ser reportados utilizando o botão “Denunciar este comentário” próximo da cada um. Por favor, não submeta o seu comentário mais de uma vez.
 
Registe-se, faça o seu login e acompanhe a evolução da cotação dos títulos que fazem parte da sua carteira ao longo do dia.
 


"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

PUB
PUB
18.11.2009
 

+ revista de imprensa
 
PUB