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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Projecto operacional em Janeiro de 2007
Central de energia fotovoltaica começa hoje a ser construída em Serpa
06.06.2006 - 11h41
DR
A central de produção de energia fotovoltaica de Serpa envolve um investimento de 61 milhões de euros
Começa hoje a ser construída em Serpa a maior central de produção de energia fotovoltaica do mundo, cujo início de funcionamento está previsto para Janeiro do próximo ano, segundo o gestor da empresa portuguesa Catavento.

Piero dal Maso adiantou ontem à agência Lusa que o início simbólico da construção está marcado para as 11h30, na herdade onde irá nascer a central, à entrada da localidade de Brinches, no concelho de Serpa (Beja).

"A cerimónia inclui a abertura do furo onde vai ser instalada a estrutura que irá suportar o primeiro de 52 mil painéis fotovoltaicos da central", precisou.

De acordo com o responsável, a construção vai decorrer até Outubro deste ano, altura em que a central vai começar a produzir energia de forma experimental, para entrar em pleno funcionamento em Janeiro de 2007.

"Será o culminar de anos de esforços administrativos e regulamentares na nossa estratégia de implementar um grande projecto solar em Portugal" referiu Piero Dal Maso, esperando que a central "demonstre que a energia solar fotovoltaica é uma promissora fonte de energia alternativa, que deveria estar livre de bloqueios".

A Central Solar Fotovoltaica vai ser a maior do mundo, com uma capacidade instalada de 11 megawatts, quase o dobro do que a actual maior central situada na Alemanha.

Sem custos de fuel ou emissões, a central vai produzir 20 gigawats/hora por ano, electricidade suficiente para alimentar oito mil habitações e poupar mais de 30.000 toneladas em emissões de gases de efeito de estufa em comparação com uma produção equivalente a partir de combustíveis fósseis.

Além da Catavento, a construção da central, num investimento total de 61 milhões de euros, envolve também a GE Energy, subsidiária do grupo General Electrics, e a Powerlight, empresa fornecedora mundial de sistemas de energia solar.

Tecnologia segue a posição do Sol

A GE Energy, financiadora do projecto, será a proprietária da unidade e a Powerlight vai operar e manter a central, utilizando um inovador sistema de energia solar.

"Trata-se do sistema mais utilizado no mundo em centrais solares de grande escala e baseia-se numa tecnologia que segue a posição do sol ao longo do dia, gerando mais electricidade do que os sistemas de montagem fixos", explicou Piero dal Maso.

A Central Solar Fotovoltaica de Serpa será suplantada por uma outra a instalar no concelho vizinho de Moura, que irá contemplar mais de 350 mil painéis encaixados em cerca de dez mil estruturas espalhadas por 114 hectares.

A partir do momento em que esteja em funcionamento a nova central de Moura passa a ser a maior do mundo, com uma capacidade instalada de 62 megawatts, seis vezes mais do que a actual maior central situada na Alemanha.

Para além da central de Serpa, a Catavento participa também em quatro parques eólicos já a funcionar em Cinfães, Arruda dos Vinhos, Celorico de Basto e Ansião, e está a desenvolver outros dois em Sintra e em Loures.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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