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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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Regime de mobilidade aprovado ontem em CM
Teixeira dos Santos acusa sindicatos de estarem contra reforma da Administração Pública
02.06.2006 - 16h27
Por Lusa 
Gerry Penny/EPA (arquivo)
Teixeira dos Santos sublinhou hoje que a proposta é para ser discutida e aperfeiçoada com as sugestões dos sindicatos
O ministro das Finanças e da Administração Pública, Fernando Teixeira dos Santos, acusou hoje os sindicatos de estarem constantemente contra qualquer proposta de reforma do sector, o que revela a vontade de manterem a situação actual.

Teixeira dos Santos afirmou aos jornalistas que as estruturas sindicais estão contra todas as propostas de alteração e apontou como exemplos a reestruturação das carreiras e o sistema de avaliação.

"Dizem que são a favor das carreiras, mas estão contra a proposta do Governo. Dizem que são a favor de uma avaliação na função pública, mas são contra a proposta do executivo", criticou o ministro, concluindo que os sindicatos "estão contra a mudança na administração pública".

A Frente Sindical da Administração Pública (Fesap) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (Ste) opuseram-se hoje ao actual texto da proposta do regime de mobilidade dos funcionários públicos, justificando que é o primeiro passo para o despedimento.

O ministro sublinhou ainda que a proposta é para ser discutida e aperfeiçoada com as sugestões dos sindicatos.

O novo regime de mobilidade dos funcionários públicos, aprovado ontem em Conselho de Ministros, prevê mecanismos de mobilidade geral, que já existem e que têm a ver com a troca, cedência ou destacamento de funcionários entre serviços, e mecanismos de mobilidade especial.

São estes que têm criado maiores receios entre funcionários e sindicatos, por preverem várias fases de inactividade com perda gradual de remuneração.

Segundo o ministro, o processo de selecção dos trabalhadores para entrarem em situação de mobilidade especial depende da análise feita pelos serviços, que passará pela avaliação do funcionário, pelo seu percurso profissional, experiência e capacidade de adaptação ao serviço.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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