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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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Após audiência com Cavaco Silva
Carvalho da Silva: poder económico deve contribuir para o combate à exclusão social
28.04.2006 - 16h29
Por Lusa 
Marta Vitorino/PÚBLICO (arquivo)
Carvalho da Silva e Cavaco Silva falaram sobre a situação económica e social e o descrédito dos cidadãos pelos políticos
O secretário-geral da CGTP, Carvalho da Silva, defendeu hoje que os "detentores do poder económico" devem ser incluídos no combate à exclusão social proposto pelo Presidente da República, através de uma "outra distribuição da riqueza".

"Não há que convocar apenas os sindicatos e outros parceiros sociais. Há que convocar também os detentores do poder económico para que a distribuição da riqueza seja outra", afirmou Carvalho da Silva, em declarações aos jornalistas, à saída de uma audiência com o Presidente da República, no Palácio de Belém.

Num comentário ao apelo do Presidente da República para um "compromisso cívico" que combata a exclusão social, o secretário-geral da CGTP afirmou que esse objectivo não poderá ser atingido apenas com os "sindicatos e parceiros sociais".

Na sessão solene do 25 de Abril, o chefe de Estado escolheu o combate às desigualdades sociais como tema central do seu discurso, propondo um "compromisso cívico" alargado para cumprir essa tarefa.

Carvalho da Silva sustentou que "é preciso um combate forte à pobreza e à exclusão social associado a uma valorização do trabalho" para "que o país não continue com baixos salários".

No final da audiência, que durou cerca de duas horas, Carvalho da Silva disse que manifestou a Cavaco Silva "algumas apreensões" com a situação económica e social do país, como "o descrédito dos cidadãos e em particular dos trabalhadores pela falta do cumprimento de promessas".

"Seria necessário um sinal forte na sociedade portuguesa para que se dê outra atenção ao aparelho produtivo e ao emprego", defendeu.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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