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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Presidente da Euronext Lisboa realça funcionamento do mercado
Ministro da Economia diz que políticos "não devem interferir" no funcionamento dos mercados
14.03.2006 - 17h05
Por Lusa, PUBLICO.PT 
Inácio Rosa/Lusa (arquivo)
O ministro da economia considera que os investidores estão mais confiantes
O ministro da Economia, Manuel Pinho, afirmou hoje que a Oferta Pública de Aquisição (OPA) do BCP sobre o BPI é uma questão de funcionamento dos mercados, em que os políticos não devem interferir.

"É uma questão que diz respeito à vida das empresas e dos mercados e os políticos [Governo] não devem interferir", disse o ministro, no final do Encontro de Empresários Luso-Espanhol, organizado em Lisboa pelo Banco Espírito Santo Investimento (BESI), em parceria com a Caja Castilla La Mancha.

Manuel Pinho referiu que "os investidores estão mais confiantes" e que se assiste a "uma onda de confiança nos mercados".

Por seu lado, o presidente da Euronext Lisboa, Miguel Athayde Marques, disse hoje que o lançamento da OPA do BCP sobre o BPI "é o mercado a funcionar". Em declarações aos jornalistas, no final da apresentação dos resultados do grupo Euronext, em Paris, Athayde Marques disse que usar "o mercado para fazer este tipo de operações é positivo".

Questionado sobre os efeitos da eventual saída do índice de um título com peso relevante como o BPI, em caso de sucesso da OPA, o presidente da bolsa portuguesa desvalorizou o potencial impacto que poderá causar. "Com certeza que se avançam para uma fusão é para criar valor, o que aumenta a capitalização bolsista e isso reflecte-se na bolsa", salientou.

O BCP lançou ontem uma OPA sobre o BPI, em que oferece 5,7 euros por cada acção, o que avalia a instituição em 4,33 mil milhões de euros. Este valor representa um prémio de 19 por cento face ao preço de fecho das acções na sexta-feira.

As acções do BPI encerraram na segunda-feira a ganhar quase 26 por cento, para 6,03 euros, o que supera os 5,7 euros oferecidos pelo BCP.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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