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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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08:13 - Possível ajuda da UE à Grécia acalma pressão dos mercados
 
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11:33 - Opel suprime 8300 postos de trabalho na Europa
 
 
60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados da Associação Portuguesa de Bancos
Bancos registaram lucros de 883 milhões de euros nos primeiros seis meses
28.12.2005 - 16h02
Por Lusa 
Daniel Rocha/Lusa
O crédito concedido a particulares foi o que mais cresceu no conjunto do crédito concedido pela banca: 7,7 por cento
Os lucros do sector bancário português elevaram-se a 883 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, segundo o boletim informativo da Associação Portuguesa de Bancos (APB) hoje divulgado.

O resultado bruto de exploração das 49 instituições incluídas na amostra atingiu os 1547 milhões de euros e o produto bancário cifrou-se nos 3530 milhões de euros.

A ABP realça que, por falta de valores homólogos de 2004, na sequência da introdução das novas normas contabilísticas internacionais, os valores apresentados não são comparados e não há uma interpretação evolutiva.

O activo líquido do sector somava a 267.000 milhões de euros no final de Junho, para um crédito a clientes de quase 169.000 milhões de euros.

Os recursos de clientes, de 112.879 milhões de euros, e as responsabilidades representadas por títulos, no valor de 31,7 mil milhões de euros, mantiveram-se como os principais meios de financiamento da actividade dos bancos, representando no conjunto mais de 54 por cento do total do activo.

Na estrutura do balanço do sector é evidenciada a importância do crédito concedido, ao atingir 63,3 por cento do activo líquido, enquanto os recursos captados junto de clientes ficaram nos 42,3 por cento.

No crédito concedido, o segmento que mais subiu - 7,7 por cento - foi o dos particulares, o que poderá justificar a redução do rácio relativo ao crédito de cobrança duvidosa, para 1,9 por cento.

Nos principais indicadores de estrutura financeira, a APB realça que se mantém o perfil, com uma predominância do peso do crédito no activo (61,39 porcento) e a insuficiência dos recursos de clientes para fazer face ao volume do crédito concedido (114,16 por cento).

O rácio de solvabilidade para o conjunto das 49 instituições analisadas situou-se nos 9,73 por cento.

No que respeita a indicadores económicos, a APB salienta o valor da margem financeira, de 1,63 por cento, a margem de negócio, de cerca de 2,94 por cento, e o rácio "cost to income", que traduz o peso dos custos no produto, que estava acima dos 56 por cento no final do semestre.

Até Junho de 2005 e comparando com um ano antes, o sector bancário em Portugal empregava menos 800 pessoas, totalizando 41.273 funcionários, mas existiam mais 96 balcões, ou seja uma rede de 4061 balcões.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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