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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Em comparação com o mesmo mês de 2004
Número de desempregados registados subiu 3,2 por cento em Novembro
19.12.2005 - 15h27
Por Lusa 
PUBLICO.PT
O número de desempregados inscritos nos centros de emprego subiu 3,2 por cento em Novembro face ao mesmo mês do ano passado, para 486.311 indivíduos, indica hoje o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Em termos mensais, o desemprego registado sofreu um acréscimo de 0,3 por cento em Novembro, o que significa mais 1581 indivíduos sem emprego e inscritos nos centros de emprego do que no mês de Outubro.

A procura de novo emprego motivou a inscrição de 92,6 por cento do total dos desempregados inscritos, o que traduz um acréscimo de 3,1 por cento face ao mesmo período do ano passado.

O aumento do desemprego registado fez-se sentir mais nas mulheres do que nos homens, com aumentos de 4,5 e 1,5 por cento, respectivamente.

Com excepção dos desempregados sem qualquer grau de instrução, cujo número diminuiu 2,3 por cento, todos os níveis de habilitação escolar registaram acréscimos homólogos de desempregados, com destaque para o ensino superior, com 15,9 por cento.

O desemprego de longa duração (mais de um ano), que representava 41,3 por cento do desemprego total, cresceu 1,5 por cento, enquanto que o desemprego de curta duração aumentou 4,4 por cento, em termos homólogos.

Por regiões, o desemprego decresceu 2,6 por cento no Algarve e 1,1 por cento em Lisboa e Vale do Tejo.

Nas restantes regiões registou-se um aumento do desemprego registado, com maior incidência no Alentejo (8,2 por cento), Madeira (7,8 por cento) e Norte (6,6 por cento).

A análise das profissões dos desempregados inscritos nos centros de emprego do continente confirma a elevada percentagem de trabalhadores não qualificados dos serviços e comércio (57.882), empregados de escritório (56.231), pessoal de serviços de protecção e segurança (49.920) e trabalhadores não qualificados das minas, construção civil e indústrias transformadoras (42.065).

Estes quatro grupos de profissões representavam cerca de 43,4 por cento do total dos desempregados inscritos.

Relativamente à actividade económica de origem do desemprego, dos 440.057 desempregados que no final do mês se encontravam inscritos como candidatos a novo emprego nos centros de emprego do continente, 56,4 por cento eram oriundos de actividades do sector dos serviços, 39,5 por cento provinham da indústria e 3,9 por cento da área agrícola.

O número de ofertas disponíveis no final do mês de Novembro totalizava 7821, valor ligeiramente inferior ao observado um ano antes, na ordem dos 0,7 por cento.

Ao longo do mês foram registados nos centros de emprego 53.011 trabalhadores desempregados, número superior ao do mês homólogo de 2004 (0,9 por cento) e ao observado no mês anterior (0,3 por cento).

O fim do trabalho não permanente continua a ser o principal motivo de inscrição dos desempregados e representou 39,9 por cento das inscrições efectuadas ao longo do mês de Novembro.

O número de colocações efectuadas ao longo do mês era de 4869, sendo este valor superior ao de Novembro de 2004 (16,9 por cento) e ao verificado no mês anterior (3,9 por cento).
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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