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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Oposição exige esclarecimentos do ministro da Economia
José Sócrates confirma demissão do coordenador do Plano Tecnológico
17.11.2005 - 19h23
Por Lusa, PUBLICO.PT 
Estela Silva/Lusa (arquivo)
Sócrates diz que o Governo não esperou pela apresentação de um documento para avançar com o Plano Tecnológico
O primeiro-ministro, José Sócrates, confirmou hoje a demissão de José Tavares da coordenação do Plano Tecnológico, mas escusou-se a adiantar as razões que levaram à sua saída.

"O ministro da Economia comunicou-me que o coordenador do plano tecnológico apresentou hoje a demissão. Agora, o ministro vai nomear novo coordenador", declarou o primeiro-ministro.

Esta manhã, o “Diário Económico” noticiou que José Tavares, responsável da Unidade de Coordenação do Plano Tecnológico, apresentou a demissão por “discordar com a forma como o processo tem sido conduzido pelo Governo”. Segundo o diário, o coordenador, nomeado em Junho pelo ministro da Economia, mostrou-se descontente com a indefinição do Executivo quanto às medidas a incluir no plano, que deveria ter sido formalmente apresentado no final de Outubro.

Sem adiantar as razões que ditaram a demissão do coordenador, José Sócrates sublinhou que o "importante é que o plano tecnológico está em marcha há muito meses”. “Não esperámos por um documento" para avançar, afirmou o primeiro-ministro, lembrando a introdução do ensino de inglês no 1º ciclo, o programa de novas oportunidades ou os incentivos fiscais às empresas que apostem na inovação.

Ainda de acordo com o “Diário Económico”, José Tavares estaria também desagradado com a gestão do processo por parte do ministro da Ciência e Ensino Superior, Mariano Gago, que coordena algumas das principais medidas que fazem parte do plano, como é o caso da expansão da banda larga e a qualificação profissional.

Numa primeira reacção, o ministro da Presidência desmentiu qualquer conflito de competências no seio do Governo, garantindo que o “Plano Tecnológico, que continuará sedeado no Ministério da Economia e Inovação”.

Oposição lembra “uma das principais bandeiras do Governo”

O argumento não calou as críticas da oposição, que esta tarde exigiram no Parlamento explicações do ministro da Economia, Manuel Pinho, lembrando que o plano tecnológico foi “uma das principais bandeiras do Governo”.

Para Luís Marques Guedes, líder parlamentar do PSD, a demissão de José Tavares constitui "um rombo grande no relançamento da economia", que considera estar "completamente ausente" da política governativa.

Usando os mesmos argumentos, o CDS-PP apresentou um requerimento para ouvir, na Comissão de Economia e Finanças, José Tavares, bem como os dois ministros envolvidos no processo.

Já para o deputado comunista António Filipe "o plano tecnológico começa mal, porque nem sequer começa", sustentando que a política económica do Governo não faz menções a esse plano.

Por seu lado, o Bloco de Esquerda, Francisco Louçã, acusou o Governo de se "atrapalhar a si próprio" neste domínio e desafiou o primeiro-ministro a assumir a coordenação desta pasta.

A direcção do grupo parlamentar do PS escusou-se a fazer qualquer comentário sobre este assunto.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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