G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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08-02-2010 8:36:00
G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Os ministros das Finanças estão na fila da frente e são (da esquerda para a direita) Naoto Kan, do Japão, Giulio Tremonti, da Itália, Christine Lagarde, da França, Jim Flaherty, do Canadá, Tim Geithner, dos EUA, Alistair Darling, do Reino Unido, e Wolfgang Schaeuble, da Alemanha. Os governadores dos bancos centrais estão atrás, de pé. O governador do BCE, Jean-Claude Trichet, é o terceiro a contar da direita. Também em pé, junto aos governadores, está o presidente do grupo dos minsitros das Finanças da zona euro, Jean-Claude Juncker, do Luxemburgo. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.
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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho. |
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Proposta entregue aos parceiros sociais
Rescisões amigáveis vão perder direito ao subsídio de desemprego
31.10.2005 - 11h08
Por PUBLICO.PT
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| O subsídio de desemprego será ainda possível nas situações de reestruturação, viabilização ou recuperação de empresas comprovadas pelo Estado |
O Governo pretende negar o subsídio de desemprego aos trabalhadores que rescindam o seu vínculo laboral por mútuo acordo.
Com esta medida o Ministério da Segurança Social quer impedir a repetição de processos de reestruturação, à semelhança do que aconteceu na Portugal Telecom e na EDP com "o despedimento, voluntário ou forçado, de milhares de trabalhadores", que acabaram por constituir "um pesado encargo para a segurança social", escreve o jornal. No documento, entregue na sexta-feira passada, aos parceiros sociais, o Governo propõe algumas excepções no acesso ao subsídio de desemprego naquelas circunstâncias, nomeadamente para os processos de reestruturação, viabilização ou recuperação de empresas devidamente comprovados pelas entidades oficiais. Estas e outras medidas já anunciadas pretendem aumentar as exigências ao desempregado subsidiado, combater a fraude do lado do beneficiário e da empresa e penalizar os desempregados com menos descontos para a segurança social.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
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Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010 |
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10.02.2010 |
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