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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Crescimento de 1,2 por cento em 2006
FMI: economia portuguesa deverá crescer 0,5 por cento este ano
21.09.2005 - 17h50
Por Lusa 
PUBLICO.PT
A economia portuguesa deverá crescer 0,5 por cento em 2005 e 1,2 por cento em 2006, segundo as perspectivas económicas mundiais do Fundo Monetário Internacional (FMI).

A confirmar-se esta estimativa, Portugal deverá crescer menos do que a média da Zona Euro, sendo mesmo a economia que menos crescerá em 2005 e em 2006, ano em que reparte a distinção indesejada com a Alemanha.

O fundo compara ainda as taxas de crescimento médio anual do Produto Interno Bruto (PIB) português nas décadas de 1987 a 1996 com a de 1997 a 2006. Enquanto a primeira década apresenta uma taxa de crescimento de quatro por cento, só superada pelas taxas idênticas (5,2 por cento) da Irlanda e do Luxemburgo, a segunda década, com 1,9 por cento, só excede a da Alemanha (1,3 por cento) e da Itália, que tem uma taxa de crescimento de 1,4 por cento.

Os problemas da economia portuguesa reflectem-se na taxa de desemprego esperada, com o FMI a prever a continuação da tendência ascendente.

Depois de ter descido para 3,9 por cento em 2000, a taxa de desemprego tem estado sempre a subir, evoluindo para quatro por cento em 2001, para cinco por cento em 2002, para 6,3 por cento em 2003 e para 6,7 por cento em 2004. Este ano, a taxa de desemprego poderá atingir os 7,4 por cento e em 2006 os 7,7 por cento.

Esta evolução é contrária à prevista para a Zona Euro, em que a organização espera uma taxa de 8,7 por cento em 2005 e de 8,4 por cento em 2006.

Do lado dos preços, aferidos pelo deflator do PIB (conceito que compara a evolução anual dos preços em relação à mesma quantidade produzida), o FMI espera um aumento de 2,5 por cento em 2005, que repete o de 2004, e uma ligeira aceleração, para 2,7 por cento, em 2006. Estes valores superam os esperados para a Zona Euro em 0,9 e 1,0 pontos percentuais, respectivamente.

O FMI avança ainda as suas previsões relativas às contas públicas, em que coincide com os números governamentais, que apontam para um défice orçamental equivalente a 6,2 por cento do PIB em 2005 e 4,8 por cento em 2006.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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