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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

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Economia
Ministro diz que Prime vai incentivar inovação e exportação para Espanha
11.07.2005 - 21h59
Por Lusa 
PUBLICO.PT
Durante a apresentação das linhas de reformulação do Prime (Programa de Incentivos à Modernização da Economia), o ministro da Economia, Manuel Pinho, disse hoje que o programa vai incentivar as apostas na inovação, na tecnologia e na internacionalização e as exportações para Espanha.

"Pretende-se facilitar a quem aposte na inovação, na tecnologia e na internacionalização", comentou, salientando que o programa dará uma atenção especial "a quem quiser exportar para Espanha que é o nosso mercado natural", afirmou o ministro.

De acordo com Manuel Pinho, o objectivo primeiro do Governo é o crescimento económico e a possibilidade de as alterações ao programa "permitirem melhores e mais rápidos incentivos" à iniciativa empresarial.

"É uma segunda etapa para começar imediatamente" disse, anunciando que vão ser "acelerados projectos em carteira e haverá um aumento dos incentivos, focados na lógica plano tecnológico".

Segundo o gestor do Prime, Nelson Sousa, o programa deverá conduzir a 4,7 milhões de euros de investimento nas empresas, estimulado por 1,5 milhões de euros de financiamento público. A inovação e a internacionalização das empresas deverão absorver mais de metade dos recursos.

As mudanças no Prime visam tornar o programa num "instrumento de incentivo ao crescimento e qualificação do investimento nas pequenas e médias empresas (PME), de acordo com o Plano Tecnológico".

"O novo Prime é um programa de acção que tem objectivos simples: realinhar os objectivos com o Plano Tecnológico, reunir meios financeiros para aplicar conforme os objectivos do crescimento baseado na inovação e introduzir mecanismos de simplificação e celeridade", referiu.

Segundo Nelson Sousa, os incentivos do Prime "continuam a ser aplicáveis a todos os sectores, mercados e regiões" mas passam a haver acções específicas, nomeadamente para a exportação para o mercado espanhol, para a modernização do têxtil e calçado, e para o aproveitamento da energia eólica.

O Prime reorientado terá cinco linhas: Inovação, Internacionalização, Eficiência Energética e Formação e Parcerias.

A "Inovação e modernização" beneficiará, entre outros, investimentos turísticos estratégicos e a participação das PME na economia digital, enquanto a "Internacionalização" concederá às PME incentivos financeiros para a exportação, incluindo a abertura de linhas de capital de risco para Espanha.

A "Diversificação e eficiência energética" terá como projectos de eleição o aproveitamento da energia eólica.

A formação profissional vai restabelecer o financiamento das Escolas Tecnológicas em todo o país e a linha de parcerias e actividades de suporte vai apoiar infra-estruturas associativas e iniciativas de micro-economia e projectos de pequena dimensão.

O presidente da Associação Empresarial de Portugal, Ludgero Marques, garantiu que os empresários "estão conscientes das suas responsabilidades perante o país e disponíveis para recuperar a economia", frisando que essa recuperação não terá sucesso se for tentada à margem da indústria tradicional, que tem de ser dimensionada e incentivada com medidas objectivas.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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