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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Bruxelas abriu hoje processo contra Portugal
Governo admite aplicar medidas adicionais para corrigir défice
22.06.2005 - 15h12
Por PUBLICO.PT 
Daniel Rocha/PÚBLICO
O Ministério das Finanças reiterou hoje que não irá recorrer a medidas extraordinárias para fazer baixar o défice público
O Ministério das Finanças admite tomar mais medidas para corrigir as contas públicas, em resposta ao alerta lançado hoje pela Comissão Europeia no relatório que originou o início de um procedimento por défice excessivo contra Portugal.

Num comunicado enviado ao PUBLICO.PT, o ministério chefiado por Campos e Cunha sublinha que o Programa de Estabilidade e Crescimento entregue pelo Governo a Bruxelas prevê a adopção de medidas complementares às já anunciadas, pelo que a decisão de hoje da Comissão Europeia (abertura do processo de défice excessivo) "não constitui uma novidade visto o Governo ter herdado, de facto, um défice excessivo".

O relatório adoptado hoje pela Comissão inclui "fortes críticas ao desempenho em anos anteriores", sublinha o comunicado das Finanças, nomeadamente o "optimismo das previsões económicas, a suborçamentação de despesas públicas e os mecanismos de controlo orçamental nacionais".

Em resposta, o Governo promete "alterar, antes do final do ano, os procedimentos de apuramento das contas públicas", situação que no entender das Finanças será solucionada com a entrega dessa competência "a uma entidade independente".

Hoje, Bruxelas criticou as medidas extraordinárias utilizadas nos últimos três anos, pelo anterior Governo PSD/CDS-PP, que permitiram apresentar um défice público conforme o PEC, mas que "têm implicações orçamentais negativas".

O Ministério das Finanças assegura que o actual Governo não repetirá tal política, antes pretende adoptar "medidas estruturais" para baixar o défice de uma forma sustentada nos próximos anos.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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