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Pneus chineses discutidos por Obama em Pequim
Um funcionário de uma fábrica de pneus na provincia de Anhui, na China, trabalha no armazem. As exportações de pneus da China para os EUA e as taxas recentemente impostas por Washington são um dos temas a debater durante a visita de Barack Obama à China. Fotografia: REUTERS/Stringer

 
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É o valor, em mil milhões de euros, que atinge o crédito incobrável no segmento dos particulares em Portugal
 

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Dados apresentados pelo ministro Vieira da Silva
Dívida das empresas à Segurança Social chega aos 3200 milhões de euros
22.04.2005 - 15h23
Por Lusa 
Paulo Carriço/Lusa
O Governo vai incentivar a fiscalização proporcionando dessa forma a equidade no pagamento dos impostos
As empresas portuguesas devem à Segurança Social cerca de 3200 milhões de euros, estimou hoje o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, ao anunciar o reforço das acções de fiscalização.

Vieira da Silva, que falava durante a apresentação do Plano de Combate à Fraude e Evasão Contributivas e Prestacionais, sublinhou, no entanto, que o valor apresentado é uma estimativa do Governo, porque o montante definitivo ainda está a ser apurado.

Para fazer face a esta situação, o Governo vai aumentar em 50 por cento a fiscalização a contribuintes e empresas, passando de 11.511 acções de controlo em 2004 para 17.500 este ano.

Segundo o plano - apresentado por Vieira da Silva e pelo primeiro-ministro - esta fiscalização vai ser feita através da consideração de indicadores de risco, da criação da figura do gestor do contribuinte e do cruzamento interno de dados da Segurança Social.

Salientando que o Governo não pretende aumentar significativamente os recursos, o ministro realçou que o reforço do investimento vai incidir sobre "acções mais eficazes e mais inteligentes".

Para além dos contribuintes e das empresas, o plano prevê igualmente o aumento em 50 por cento da fiscalização das juntas médicas (150 mil em 2005) e dos beneficiários do subsídio de doença e do Rendimento Social de Inserção/Rendimento Mínimo Garantido (22 mil).

No caso das empresas contribuintes, os indicadores de risco são o não envio de declarações há pelo menos três meses, empresas contribuintes recentemente devedoras e a dimensão das empresas.

Um certificado de incapacidade temporária superior a 30 dias, montantes mais elevados do subsídio, baixas recorrentes e a idade são os indicadores de risco do subsídio de doença.

No RSI/RMG os indicadores a ter em conta são a declaração de rendimentos zero ou muito baixos, idade e beneficiários que já tenham estado inscritos como trabalhadores independentes.

Ao nível do subsídio de desemprego o aumento de fiscalização previsto não é tão significativo (15 mil em 2005, contra 13.628 em 2004), mas o controlo vai ser feito recorrendo a indicadores de risco como faltas à convocatória do IEFP para entrevista, recusa de trabalho e formação profissional, rescisão por mútuo acordo e aferição da condição de recursos no subsídio social de desemprego.
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"O 'monstro' não se controlou. Pelo contrário, parece totalmente descontrolado"
Helena Garrido, "Jornal de Negócios", 20-11-2009
 

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