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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Dados apresentados pelo ministro Vieira da Silva
Dívida das empresas à Segurança Social chega aos 3200 milhões de euros
22.04.2005 - 15h23
Por Lusa 
Paulo Carriço/Lusa
O Governo vai incentivar a fiscalização proporcionando dessa forma a equidade no pagamento dos impostos
As empresas portuguesas devem à Segurança Social cerca de 3200 milhões de euros, estimou hoje o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, José Vieira da Silva, ao anunciar o reforço das acções de fiscalização.

Vieira da Silva, que falava durante a apresentação do Plano de Combate à Fraude e Evasão Contributivas e Prestacionais, sublinhou, no entanto, que o valor apresentado é uma estimativa do Governo, porque o montante definitivo ainda está a ser apurado.

Para fazer face a esta situação, o Governo vai aumentar em 50 por cento a fiscalização a contribuintes e empresas, passando de 11.511 acções de controlo em 2004 para 17.500 este ano.

Segundo o plano - apresentado por Vieira da Silva e pelo primeiro-ministro - esta fiscalização vai ser feita através da consideração de indicadores de risco, da criação da figura do gestor do contribuinte e do cruzamento interno de dados da Segurança Social.

Salientando que o Governo não pretende aumentar significativamente os recursos, o ministro realçou que o reforço do investimento vai incidir sobre "acções mais eficazes e mais inteligentes".

Para além dos contribuintes e das empresas, o plano prevê igualmente o aumento em 50 por cento da fiscalização das juntas médicas (150 mil em 2005) e dos beneficiários do subsídio de doença e do Rendimento Social de Inserção/Rendimento Mínimo Garantido (22 mil).

No caso das empresas contribuintes, os indicadores de risco são o não envio de declarações há pelo menos três meses, empresas contribuintes recentemente devedoras e a dimensão das empresas.

Um certificado de incapacidade temporária superior a 30 dias, montantes mais elevados do subsídio, baixas recorrentes e a idade são os indicadores de risco do subsídio de doença.

No RSI/RMG os indicadores a ter em conta são a declaração de rendimentos zero ou muito baixos, idade e beneficiários que já tenham estado inscritos como trabalhadores independentes.

Ao nível do subsídio de desemprego o aumento de fiscalização previsto não é tão significativo (15 mil em 2005, contra 13.628 em 2004), mas o controlo vai ser feito recorrendo a indicadores de risco como faltas à convocatória do IEFP para entrevista, recusa de trabalho e formação profissional, rescisão por mútuo acordo e aferição da condição de recursos no subsídio social de desemprego.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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