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G7 em versão informal
Os ministros das Finanças e os governadores dos bancos centrais dos Grupo dos Sete (G7) principais países com economias de mercado insdustrializadas posam para uma fotografia durante a reunião deste fim-de-semana no Canadá. Fotografia: Chris Wattie/Reuters.

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60 mil
portugueses perderam o seu posto de trabalho na construção civil espanhola. Em 2008 eram cerca 90 mil, actualmente caíram para 30 mil. E o Sindicato dos Trabalhadores da Construção do Norte estima que fiquem apenas 15 mil, esperando mais despedimentos devido à grande queda no mercado imobiliário do país vizinho.
 

Todos os destaques do mundo dos negócios e da Bolsa.
 

 

 
Intersindical faz apelo directo ao futuro Governo de José Sócrates
CGTP quer revogação de normas gravosas do Código do Trabalho
21.02.2005 - 20h44
Por Lusa 
Miguel Moura/Lusa
Carvalho da Silva diz que o clima de esperança e expectativa que resultou das eleições não pode ser frustrado nem torpedeado
A CGTP defendeu hoje a revogação das "normas mais gravosas" do Código do Trabalho pelo futuro Governo liderado por José Sócrates e a aprovação de medidas concretas e imediatas que permitam valorizar os trabalhadores.

O secretário-geral da intersindical, Manuel Carvalho da Silva, salientou, em conferência de imprensa, a quebra verificada na contratação colectiva no último ano, em consequência da nova legislação laboral, e lembrou que o PS prometeu rever o Código. "É essencial revogar as normas mais gravosas do Código do Trabalho, valorizar e dinamizar a negociação colectiva e promover um diálogo social consequente a todos os níveis, do nacional ao local de trabalho", sustentou.

O sindicalista referiu que o clima de esperança e expectativa que resultou das eleições legislativas de ontem "não pode ser frustrado nem torpedeado" e referiu "quatro aspectos cruciais que exigem respostas concretas e imediatas" do futuro Governo e da nova maioria parlamentar. A CGTP pretende que seja dada prioridade à valorização do aparelho produtivo e do emprego, dos salários e ao combate às desigualdades sociais.

Carvalho da Silva disse esperar um compromisso do Governo socialista, num curto prazo, para revalorizar o salário mínimo nacional, enquanto "facto decisivo no combate à pobreza e no impulso do crescimento económico".

O líder da intersindical defendeu ainda a revogação de algumas leis que contribuiram para agravar as desigualdades sociais e reafirmou o seu empenho em contribuir para uma mudança política do país, que permita mais progresso e justiça social.

Quanto aos resultados eleitorais, a CGTP considerou que evidenciam "uma profunda derrota da direita e das suas políticas" e que os portugueses exigem uma mudança clara de políticas.

O PS alcançou uma vitória histórica nas eleições de domingo ao conseguir a sua primeira maioria absoluta (45,05 por cento dos votos), conquistando 120 dos 230 deputados da Assembleia da República.

O PSD sofreu uma pesada derrota ao cair de 40,15 para 28,7 por cento dos votos, ficando com 72 deputados. A noite eleitoral ficou marcada pelo abandono de Paulo Portas da liderança do CDS-PP, depois do partido ter conquistado apenas 7,26 por cento dos votos e 12 deputados, passando a ser a quarta força política, depois da CDU.

A CDU elegeu 14 deputados, mais dois que nas legislativas de 2002, e o Bloco de Esquerda subiu de três para oito deputados.
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"O Plano de Estabilidade e Crescimento e as autoridades europeias fracassaram quando foram complacentes com o seu não-cumprimento. Não agora, mas durante o 'bom tempo' económico."
Vítor Bento, jornal "Público", 8-2-2010
 

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